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sampling no processo de digitalização, um sinal analógico é convertido para digital através de um processo denominado 'sampleamento' , do inglês 'sample', amostra. O sinal analógico é composto basicamente por uma onda, cuja variação de amplitude traduz as informações nela contidas. O processo de sampleamento consiste em obter medidas - amostras - em intervalos regulares, do valor da amplitude da onda. Se uma sucessão de montanhas de diversas alturas representasse a parte superior da onda, se tomássemos medidas sucessivas a cada 10 metros ao longo da extensão da cadeia de montanhas da altura da montanha em relação a sua base e posteriormente marcássemos em um papel quadriculado estes valores, teríamos a representação aproximada do contorno das montanhas.

Assim, é possível representar em números (informação digital) uma onda (informação analógica). Como as medidas foram tomadas em intervalos de 10 metros, teremos na representação em papel o contorno desenhado parecido com degraus sucessivos, para cima e para baixo. Se diminuirmos o intervalo entre as medidas para 5 metros, o contorno ficará mais fiel ao original. Diminuindo ainda mais a aproximação com a realidade será maior. Desta forma, quanto maior for a quantidade de amostras, melhor: diz-se, quanto maior for a taxa de sampleamento, melhor a qualidade do resultado digitalizado.

As lentes da câmera projetam sobre a superfície do CCD uma determinada imagem, que é segmentada em uma quantidade imensa de pixels: quanto maior esta quantidade, maior a resolução da imagem. A seguir, o processo de sampling analisa o sinal analógico proveniente da leitura dos pixels e o digitaliza, gerando o sinal no formato digital. O desenho abaixo ilustra esse processo, onde a linha azul representa o contorno da imagem projetada sobre o CCD, a linha verde como o CCD enxerga esse contorno, através de seus pixels e a linha rosa como fica o sinal após o sampleamento. Normalmente a quantidade de pixels por linha horizontal no CCD é maior do que a que terá o formato digital final, justamente para melhorar a qualidade da imagem capturada. Esta diferença pode ser percebida no desenho, onde apesar da perda de resolução em relação à imagem lida no CCD (e mais ainda em relação à imagem original) ainda assim para o olho humano a imagem, quando vista à distância, aparentará bastante nitidez e precisão.

Após a digitalização é gerada uma imagem composta por um determinado número fixo de pixels, de acordo com o formato empregado. No formato NTSC DV por exemplo, este número é de 720 pixels de largura por 480 pixels de altura, ou seja 345.600 pixels. Para o padrão NTSC, que é do tipo entrelaçado, existirão 2 campos (linhas pares e ímpares) formando cada quadro da imagem; assim, metade desses pixels estará representando as linhas pares e a outra metade as linhas ímpares. Em softwares de edição normalmente a menor unidade de imagem exibida na tela é um quadro (frame), que contém os 2 campos. Assim, ao visualizar-se determinado quadro na tela do microcomputador estarão sendo visualizadas todas as linhas que compõem a imagem (os 2 campos juntos), ou seja, todos os 345.600 pixels. Esta forma de visualização (todas as linhas) combina com o modo de exibição utilizado nas telas dos microcomputadores, que é do tipo progressive scan ao invés de entrelaçado (como nas TVs e monitores).

O sinal analógico lido do CCD contém as informações de luminosidade e ao mesmo tempo também as de cor, seja através de lentes coloridas que recobrem os pixels em forma de mosaico (RGB) ou através do uso de 3 CCDs separados, um para cada cor. Este sinal gerado é do tipo RGB; a seguir, o mesmo é convertido para sinal outro sinal ainda analógico, o YUV . A seguir, o sinal YUV é então digitalizado.

Na digitalização para o formato DV por exemplo, o componente luminância é sampleado a uma taxa de 13,5 Mhz (frequência com que as amostras (medidas) são tomadas por segundo). Os componentes U e V são sampleados a uma taxa menor, 3,37 Mhz - a informação de cor não é tão importante na formação da imagem para o olho humano quanto a de luminosidade (tons claros-escuros). Este processo de redução de cor na amostragem recebe o nome de chroma subsampling. Assim, pode-se dizer que a taxa de sampleamento do sinal de luminosidade no formato de vídeo DV é quatro vezes maior do que a do sinal de cor (3,37MHz contra 13,5MHz), o que é representado por

4:1:1

porque esta é a proporção de sampleamento (amostragem) entre os 3 componentes. Já nos formatos Digital Betacam, DVCPRO50, DVCPRO HD e Digital-S por exemplo, esta taxa é de

4:2:2

resultando em melhor qualidade de imagem (melhor resolução de cor). O algoritmo de compressão MPEG2 também pode opcionalmente comprimir dados utilizando esta taxa. Já o mesmo algoritmo quando utilizado em DVD-Video, as imagens em MPEG1, JPEG, MJPEG , o formato DV no padrão PAL europeu e o formato HD HDV empregam a mesma taxa 4:2:2 porém alternando-se a presença dos componentes "U" e "V" linha a linha. Para representar este processo, utiliza-se a notação (menos intuitiva que as demais)

4:2:0

e se durante a digitalização o sinal original RGB não sofrer redução de resolução de seus componentes de cor, diz-se que o sinal é do tipo

4:4:4

por outro lado, a comparação direta de formatos utilizando somente estes números, se não interpretados corretamente, leva a resultados falsos. Assim, por exemplo, o formato HDCAM de alta definição (HD) emprega taxa de sampling de

3:1:1

o que significa que o componente luminância possui sampling 3 vezes maior do que a dos componentes "U" e "V". Este formato no entanto possui imagem muito melhor do que a do formato Digital Betacam, com 4:2:2. O que ocorre é que o valor "3" ou "4" na indicação da taxa não tem valor absoluto, significando apenas a proporção de sampling entre luminância e cor. De fato, enquanto a taxa de sampling de luminosidade (não de cor) no DV é de 13,5Mhz, no HDCAM (idem) é de 74,5Mhz, muito maior portanto.

Formatos com pouca amostragem de cor, como os da família DV, apresentam maior dificuldade para cromakey do que os com melhor amostragem, como por exemplo o Digital Betacam. No desenho abaixo, a linha central corresponde à imagem original. A linha de cima, corresponde à imagem obtida por um formato de vídeo com amostragem 4:1:1 e a linha de baixo, a um formato de vídeo com amostragem 4:2:2:

Pode-se perceber que, em relação à linha central, a linha superior reproduz as cores com menor fidelidade em relação à linha inferior. Isso porque os programas de amostragem na verdade lêem a informação de cor para todos os pixels, mas a seguir calculam a média dos componentes RGB para um determinado grupo de pixels (p.ex. para grupos de 4 no sistema 4:1:1), obtendo assim a "cor média" do trecho. A seguir, essa cor é considerada como a cor dos pixels, aplicando-se sobre ela a seguir somente o componente luminosidade, ou seja, se essa mesma cor possui uma tonalidade mais escura ou mais clara em determinado pixel.

O fato aparentemente pode encerrar uma contradição, pois quando se observa no monitor a imagem de um determinado conteúdo gravado em DV, as cores parecem geralmente nítidas e precisas. O que acontece é que 4 pixels em uma linha de vídeo tem um tamanho muito pequeno para um observador olhando para a tela toda. Por outro lado, as cores na realidade na natureza dificilmente possuem variação muito brusca de uma cor para outra completamente diferente, pixel a pixel. São normalmente trechos maiores, como uma blusa rosa que teria início na linha central da figura acima, na parte da direita. Ou uma camisa azul, na esquerda. E o verde da vegetação ao fundo, no meio. Percebe-se que a falta de precisão de cor ocorre nos limites desses trechos maiores dominados por uma única cor, ou, em outras palavras, nos contornos de determinada figura, justamente onde o efeito cromakey vai buscar seu recorte.

Por esse motivo, quanto mais precisa for a representação das cores, mais fiel será o recorte de cromakey. No entanto, tem-se por outro lado o desenvolvimento de inúmeras ferramentas de composição (programas que fazem cromakey) que oferecem recursos eletrônicos para corrigir essas falhas. A diferença que fica é que um é um processo eletrônico de correção, enquanto outro (utilizar um formato com maior amostragem de cor) tem nativamente um melhor recorte.

Em termos de custo, benefício e exigência de qualidade, os dois sistemas são equivalentes, porém cada qual dentro de seu nicho de aplicação (profissionais e usuários de aplicações gráficas poderão preferir, dependendo da qualidade necessária para determinado tipo de trabalho, a captação nativa com maior resolução de cor).

SD (Standard Definition) nome dado ao grupo de formatos de vídeo e sistemas de transmissão de imagem cuja definição de imagem (resolução horizontal / vertical) é convencional, como os tradicionais VHS, S-VHS, Mini-DV, DVCAM e outros. Seu conteúdo pode ser exibido em aparelhos (TVs, monitores, etc...) comuns.

SDI (Serial Digital Interface) conexão para áudio e vídeo utilizada no segmento profissional em estúdios, conectando câmeras e VCRs entre si ou com sistemas de edição-não-linear. Também utilizada em alguns modelos de mixers de vídeo. Utiliza sinal digital SD sem compressão que trafega através de cabos com conectores BNC. Cabos com este tipo de sinal não sofrem interferências (devido ao sinal ser digital), podendo ser construídos com considerável extensão (100 metros por exemplo). Cabos SDI podem transportar também, juntamente com o áudio e o vídeo, informações de Timecode, o que permite sincronizar diversos equipamentos conectados entre si.

SDTV (Standard Definition Television) nome dado em contraposição aos sistemas HDTV de alta-definição. Sistemas SDTV são os sistemas de vídeo e transmissão tradicionais.

SECAM (Systeme Electronique Couleur Avec Memoire) padrão desenvolvido na França no final dos anos 60, assemelha-se em alguns aspectos ao PAL. A maioria dos países que o adotam utiliza 50 ciclos/seg em sua corrente elétrica, resultando em imagens exibidas a 25 quadros/seg. - a Colômbia e a Jamaica são os dois únicos que possuem o sistema em 60 ciclos - 30 quadros/seg.

As diferenças entre o padrão PAL e SECAM são tão pequenas que a conversão entre os mesmos pode ser feita por um simples decodificador e a maioria dos receptores PAL é capaz de exibir imagens (em preto e branco) transmitidas em SECAM. Alguns video cassetes no formato SECAM chegam a traduzir o sinal SECAM para PAL, gravá-lo desta forma e re-traduzí-lo para SECAM na reprodução. É impossível sincronizar dois sinais SECAM a fim de mixá-los, devido a suas características. Para contornar este problema, a maioria dos estúdios em emissoras costumam gerar os programas em PAL, editá-los deste modo e só então convertê-los para SECAM no momento da transmissão. A quantidade de linhas no sistema SECAM é sempre 625.

Os sistemas SECAM que utilizam 25 quadros/seg sofrem com a redução na cadência de mudança das imagens: isto faz com que as mesmas sejam um pouco mais 'visíveis' do que no padrão NTSC - a imagem 'pisca' mais. Também em relação ao NTSC são desvantagens: menor resolução e brilho excessivo em desenhos compostos por linhas muito próximas entre sí (moiré paterns) mais frequente. Por outro lado a saturação de cores é bem mais estável do que no padrão NTSC.

O padrão SECAM não é exatamente idêntico nos diversos países onde é adotado: ligeiras variações em suas características básicas diferenciam um padrão de outro e para identificá-los são adotados sufixos conforme o subtipo de SECAM: SECAM-B, SECAM-G, SECAM-H, SECAM-D, SECAM-K, SECAMK1 e SECAM-L.

Alguns países que utilizam SECAM: Afeganistão, Arábia Saudita, Bulgária, Burundi, Chad, Colômbia, Coréia (Norte), Egito, Estônia, França, Gabão, Guadalupe, Guiana Francesa, Grécia, Hungria, Irã, Iraque, Jamaica, Líbano, Líbia, Luxenburgo,Madagascar, Mali, Marrocos, Martinica, Mauritânia, Mônaco, Mongólia, Nigéria, Polônia, Polinésia, Ruanda, Rússia, Senegal, Síria, Tahiti, Tunísia, Zaire.

(Obs. em alguns poucos países há mais de um padrão em uso, geralmente um oficial e outro introduzido por novos serviços de TV a cabo ou utilizado para recepção de sinal proveniente de países vizinhos, em locais próximos às fronteiras. Ainda em outros países existe diferença de padrão quando a transmissão / recepção é feita em VHF ou UHF; no Brasil em ambos sistemas o padrão é o mesmo, PAL-M).

O sinal de um sistema geralmente não é compatível com outro: dependendo do sistema, uma fita gravada em PAL por exemplo pode não apresentar imagem alguma em um VCR do sistema SECAM por exemplo, ou mostrar imagens em preto e branco.

SECAM-B variação do padrão SECAM, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-G e SECAM-H ; alguns países que o utilizam: Afeganistão, Arábia Saudita, Irã, Iraque, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Síria, Tunísia.

SECAM-G variação do padrão SECAM, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-B e SECAM-H ; alguns países que o utilizam: Arábia Saudita, Egito, Irã, Líbano, Líbia (todos em UHF)

SECAM-H variação do padrão SECAM, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-B e SECAM-G .

SECAM-D variação do padrão SECAM, utilizando 6,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-D, SECAM-K, SECAM-K1 e SECAM-L ; alguns países que o utilizam: Bulgária, Coréia (Norte), Hungria, Mongólia, Polônia, Rússia.

SECAM-K variação do padrão SECAM, utilizando 6,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-D, SECAM-K, SECAM-K1 e SECAM-L ; alguns países que o utilizam: Bulgária, Estônia, Hungria, Polônia, Rússia (todos em UHF).

SECAM-K1 variação do padrão SECAM, utilizando 6,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-D, SECAM-K, SECAM-K1 e SECAM-L ; alguns países que o utilizam: Burundi, Chad, Polinésia, Gabão, Guadalupe, Guiana Francesa, Madagascar, Mali, Martinica.

SECAM-L variação do padrão SECAM, utilizando 6,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-D, SECAM-K, SECAM-K1 e SECAM-L ; alguns países que o utilizam: França, Luxemburgo, Mônaco.

sinal de referência o mesmo que black burst, no processo de sincronização de equipamentos ( genlock).

sincronismo da imagem , pulsos quando o sinal que resultará no desenho das linhas na tela é enviado ao CRT, é preciso informar ao mesmo onde começa e termina cada linha. Isto porque o sinal é linear, do tipo "aaaaabbbbb..." , onde "aaaaa" representa uma das linhas e "bbbbb" a linha seguinte. É necessário informar ao canhão que emite o feixe de elétrons que determinada linha acabou e tem que ser efetuado o retrace horizontal para que a linha seguinte seja desenhada. Desta forma o sinal é acrescido de uma instrução especial tornando-se do tipo "aaaaaHbbbbbH...", onde "H" representa a indicação de término da linha, chamada pulso horizontal de sincronismo (horizontal pulse sync ou H-sync). Quando o desenho de todas as linhas horizontais de determinado campo termina, é necessário informar ao canhão que deve ser efetuado o retrace vertical para o desenho do campo seguinte. Assim, representando por "V" o pulso vertical de sincronismo (vertical sync pulse ou V-sync) o sinal de vídeo teria a seguinte configuração:

"...aaaaaHbbbbb...HcccccVaaaaaHbbbbbH..." ou, graficamente:

A figura acima está simplificada para melhor visualização; na realidade, o pulso V-Sync localiza-se dentro das últimas 21 linhas de cada campo (mais precisamente no conjunto das 9 primeiras linhas). Estas 21 linhas do final de cada campo são invisíveis na tela. Apesar disso, são entendidas pelo circuito eletrônico do CRT. Em dispositivos de exibição que não utilizam canhão de elétrons, como LCD e plasma, não há retrace, mas ainda assim os mesmos pulsos são utilizados para orientação no desenho das linhas e campos (início / término). No pulso V-Sync pode ser opcionalmente codificado o Timecode do tipo VITC (Vertical Interval Timecode).

SP@LL um dos tipos de profile@level empregados para classificar tipos de compressão MPEG2.

SP@ML um dos tipos de profile@level empregados para classificar tipos de compressão MPEG2.

TBC (Time Base Corrector) este equipamento restaura os pulsos de sincronismo da imagem eventualmente danificados, permitindo também ajustar o brilho da imagem (aumentar ou diminuir). Alguns TBCs possuem corretor de cores embutido.

Menos preciso, o image enhancer é outro equipamento que também permite restaurar o sincronismo e melhorar a qualidade da imagem.

Thunderbolt interface de comunicação desenvolvida pela Intel em 2009 (na época, denominada Light Peak) e comercializada primeiramente pela Apple em 2011, que produziu as especificações técnicas para disponibilizá-la em seu notebook MacBook Pro, já com o nome Thunderbolt, através do mesmo conector físico existente nessas máquinas para enviar sinais a monitores (através de respectivos adaptadores) dos tipos VGA, DVI e HDMI. É baseada no protocolo PCI-Express.

A idéia inicial era utilizar cabos de fibra óptica para transmitir os dados, mas, posteriormente, descobriu-se que com fios tradicionais de cobre era possível obter-se a mesma taxa de transmissão (10Gbits/seg) a um custo inferior, embora com grande limitação no comprimento de cabo (3 metros). No entanto, para as aplicações para as quais o sistema estava sendo projetado esse limite era suficiente e a interface foi lançada inicialmente dessa forma (estando planejada a alternativa óptica para o futuro, permitindo cabos bem mais longos). Outra vantagem do uso do cobre é a possibilidade de transmitir energia pelo mesmo cabo, como é feito hoje através de plugs USB e FireWire por exemplo. A tecnologia Thunderbolt permite levar a dispositivos conectados até 10W de energia.

Sua velocidade de transmissão é muito maior do que a de conexões como o FireWire e USB. Enquanto a versão mais rápida FireWire (FireWire 800) transmite 800 Mbps e a versão mais rápida USB (USB 3.0) transmite 480 Mbps, a conexão Thunderbolt transmite até 10Gbps (estimativas práticas avaliam 8Gbps, muito acima, ainda, das alternativas mencionadas).

Diversos computadores, não só da Apple, passaram com o tempo a disponibilizar o conector Thunderbolt (no lugar do existente anteriormente DisplayPort, embora fisicamente sejam idênticos). A alta taxa de transmissão é conseguida com a ajuda de chips embutidos dentro dos próprios conectores dos cabos, que fazem o processamento dos sinais e aumentam a performance de envio e recebimento dos dados. Com esses chips o cabo passa a ser classificado como "ativo", em contraposição aos cabos que não os possuem (passivos) e ganha proteção contra diversas falhas de transmissão (existentes por exemplo em cabos como o FireWire) que exigem o reenvio dos dados. Sendo mais resistentes a essas falhas esses cabos podem ser mais longos, finos, consumir menos energia, usar menos cobre - e portanto pesarem menos - além de transmitir dados em velocidades mais altas do que outras opções de interfaces digitais comuns, o que explica a excelente performance da interface Thunderbolt em um cabo cujo aspecto físico externo não muito diferente dos tradicionais.

As figuras abaixo mostram o cabo Thunderbolt e seu plug aberto, deixando à mostra o chip controlador em seu interior.

track pitch é a distância entre o centro de duas trilhas adjacentes. Track pitchs maiores dão maior garantia de que uma determinada fita será adequadamente reproduzida em diferentes equipamentos do mesmo formato (câmeras / VCRs), independente de eventuais diferenças microscópicas de alinhamento e montagem do jogo de cabeças e do sistema de tracionamento e direcionamento da fita. O formato DV por exemplo apresenta track pitch de 10 microns (cerca de 1/6 do diâmetro de um fio de cabelo humano), enquanto que o formato DVCAM apresenta track pitch de 15 microns e o formato DVCPRO 18 microns.

transcodificação processo de conversão do vídeo de um formato e/ou padrão para outro.

trilhas ... continua na página seguinte ( clique aqui )