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PAL-B variação do padrão PAL, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao PAL-G e PAL-H ; alguns países que o utilizam: Alemanha, Açores, Albânia, Algéria, Austrália, Áustria, Bangladesh, Bélgica, Camarões, Dinamarca, Espanha, Etiópia, Finlândia, Índia, Indonésia, Israel, Itália, Jordânia, Kuwait, Libéria, Madeira, Malásia, Malta, Nepal, Nigéria, Nova Zelândia, Paquistão, Portugal, Singapura, Sudão, Suécia, Suíça, Tailândia, Tanzânia, Turquia, Uganda, Vietnam, Zâmbia, Zimbabwe.
PAL-D variação do padrão PAL, utilizando 6,0 Mhz como largura de banda (em alguns tipos como PAL-M e PAL-N a largura é menor); alguns países que o utilizam: China, Romênia.
PAL-G variação do padrão PAL, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao PAL-B e PAL-H ; alguns países que o utilizam: República Tcheca, Suécia e Suíça (em UHF).
PAL-H variação do padrão PAL, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao PAL-B e PAL-G ; alguns países que o utilizam, em UHF: Gibraltar, Libéria, Malta.
PAL-I variação do padrão PAL, utilizando 5,5 Mhz como largura de banda ; alguns países que o utilizam: África do Sul, Angola, Botswana, Gâmbia, Irlanda, Namíbia, Reino Unido (em UHF).
PAL-M variação do padrão PAL, utilizando 30 quadros por segundo ao invés de 25 e 525 linhas ao invés de 625; utilizado somente no Brasil.
PAL-N variação do padrão PAL, utilizando 4,2 Mhz como largura de banda (a mesma do PAL-M): nos demais tipos a largura é maior; alguns países que o utilizam: Argentina, Paraguai.
PAL60 (Pseudo-PAL ou Quasi-PAL) Televisores do sistema PAL não podem reproduzir imagens do sistema NTSC; para contornar o problema, foi criado um sistema híbrido denominado PAL60. Diferente do sistema PAL-M, embora com as mesmas características de frame rate (60 campos entrelaçados por segundo, formando 30 quadros) e resolução vertical (525 linhas), o sinal para este sistema é gerado através de um circuito eletrônico colocado no interior de VCRs ou DVD players, no momento em que reproduzem uma fita ou DVD gravados no sistema NTSC. Os aparelhos (VCRs / DVDs players) que geram sinal no modo PAL60 foram desenvolvidos para uso em locais onde o sistema utilizado é um dos sistemas PAL. Como os televisores em uso nesses países não aceitam sinal no modo NTSC, esta é uma forma de se permitir a visualização de fitas e discos gravados neste sistema. É necessário que o aparelho de TV aceite no entanto o modo PAL60, mas como a maioria dos televisores dos sistemas PAL mais recentes aceita também este tipo de sinal, é possível haver neste caso uma certa padronização entre os diversos tipos de PAL existentes. O padrão de formatos estabelecidos para DVD players prevê a geração de sinais nos sistemas NTSC e PAL60. O PAL60 é utilizado sobretudo nos países europeus.
Uma alternativa ao modo PAL60 é o uso de VCRs e DVD players que convertem o sinal de fitas e discos NTSC para um dos sistemas PAL (como um VCR que lê uma fita NTSC e converte o sinal de saída para o sistema PAL-M, permitindo a conexão com um televisor neste sistema).
Outra alternativa é o uso de VCRs e DVD players emitindo o sinal de vídeo no sistema NTSC, conectados a televisores que também aceitem sinais neste sistema.
profile@level o padrão de compressão de áudio/vídeo MPEG2 foi concebido para abranger uma gama muito grande de aplicações: assim, um mesmo conteúdo pode ser codificado em MPEG2 de diferentes maneiras. Um exemplo é a taxa variável de compressão que pode ser utilizada durante a fase de geração do arquivo, resultando em vídeos com qualidade diferente de imagem. Para organizar as diversas características das formas de implementação do MPEG2 foi criada uma representação hierárquica, empregando os termos "profile" e "level", cujos valores são separados por "@", na forma "aaa@bbb".
Assim por exemplo, a profile "SP" (Simple Profile) estabelece que o conteúdo seja comprimido utilizando somente os P-frames e os I-frames dos GOPs do string MPEG2 e que a taxa de sampling do sinal seja 4:2:0. Já a profile "MP" (Main Profile) estabelece que o conteúdo seja comprimido utilizando todos os frames (P-frames , I-frames e B-frames) e que a taxa de sampling seja também 4:2:0. Existem outras profiles intermediárias, e a profile de maior qualidade é a "HP" (High Profile), que utiliza todos os frames com sampling 4:2:2.Os levels estabelecem outras características, como a quantidade de pixels por linha, a quantidade de linhas por quadro e o bit rate do sinal comprimido. Assim por exemplo, o level "LL" (Low Level) estabelece 352 pixels/linha (em uma resolução horizontal semelhante à do formato analógico VHS, o que mostra que não necessariamente "MPEG2" significa conteúdo com excelente resolução), com 288 linhas/quadro e bit rate de 4 Mhz. Já o level "ML" (Main Level) estabelece 720 pixels/linha com 576 linhas/quadro e bit rate de 15 MHz. O maior é o "HL" (High Level), com 1920 pixels/linha e 1152 linhas/quadro (características de imagens HD), com 80 MHz de bit rate.
Desta forma, encontram-se diversas combinações de "profile@level" em aplicações que empregam imagem com compressão MPEG2, e o quadro a seguir exemplifica algumas aplicações mais comuns:

proporção da imagem o formato (aspect ratio) tradicional da tela da TV é 4:3 (proporção das dimensões horizontal x vertical, também referida como 1,33:1) . No novo padrão HDTV a proporção é mais parecida com as utilizadas em cinema, (16:9) . Para exibição de filmes na proporção original com que foram captados (OAR - Original Aspect Ratio) no sistema atual de TV utiliza-se um processo denominado widescreen (ou letterbox).
quadro conjunto formato por 2 campos, um constituído pelas linhas pares e outro pelas ímpares. A cadência de quadros/segundo gravada/mostrada na tela varia conforme o padrão de transmissão utilizado: PAL, NTSC, SECAM.
RCA (imagem) (Recording Corporation of America) tipo de conector utilizado normalmente em cabos que transmitem sinal de vídeo do tipo composto. Existe uma convenção de cor para este tipo de plug - amarelo - para diferenciá-lo dos plugs do mesmo tipo utilizados com sinal de som:

RGB (Red, Green, Blue) tipo de sinal em que as informações de cor são transmitidas de modo separado, em 3 componentes, vermelho, verde e azul (o cabo que carrega este sinal possui um fio exclusivo para cada uma destas cores básicas). Estas cores são as cores básicas do modelo de cor RGB.
resoluçao (geradores de caracteres) a resolução horizontal medida em linhas não é utilizada em equipamentos do tipo geradores de caracteres. Ao invés deste tipo de medida, é analisado quantas vezes por segundo o aparelho é capaz de alternar o seu sinal de saída de luminância.
Imaginando-se uma linha sendo desenhada na tela da TV, da esquerda para a direita, com a imagem de uma cerca (alternância de linhas verticais claras e escuras), durante o tempo em que a mesma leva para ser desenhada na tela, se a cerca tiver 100 estacas haverá 100 alternâncias claro-escuro no sinal correspondente ao desenho desta linha. Se forem 300 estacas, a frequência de alternância naquele mesmo tempo será maior. Quanto mais linhas, melhor a resolução horizontal. Como o padrão NTSC desenha cada quadro de 525 linhas em 1/30 seg. e portanto cada campo de 262 linhas e meia em 1/60 seg., temos que 1/60 = 0,016666 seg. (tempo que 262 linhas e meia levam para serem desenhadas) e então 0,016666 / 262,5 = 0,000063 seg. (tempo que cada linha leva para ser desenhada na tela). Isto equivale a 63 seg. / 1 milhão, ou seja, 63 milhonésimos de segundo.
A resolução horizontal de geradores de caracteres é expressa em nanosegundos, ou seja, 1 seg. / 1 bilhão. Assim, se determinado equipamento possui como especificação 35 nanosegundos de resolução, quantas vezes mais rápido do que o tempo de desenho de uma linha ele conseguir alternar a imagem de claro para escuro será o número máximo de linhas verticais desenhadas. Multiplicando-se 63 por 1000 tem-se o tempo de desenho de cada linha expresso também em bilhonésimos de segundo. Assim, fazendo-se 63000 / 35 = 1800 linhas, que é a resolução horizontal do gerador de caracteres.
resolução horizontal medida em linhas. Se a câmera estiver apontada para uma cerca, quanto mais estacas verticais próximas umas das outras a cerca possuir, mais estacas aparecerão na tela do monitor de vídeo / aparelho de TV. No entanto, aumentando a quantidade de estacas, cada vez ficará mais difícil distinguí-las umas das outras - isto depende da capacidade maior ou menor do equipamento mostrar individualmente finos traços verticais na imagem. A resolução horizontal mede o número máximo de 'estacas' , ou seja, de traços verticais que é possível distinguir em uma dada imagem. Em outras palavras, quanto maior a capacidade de um dado sistema de imagem de representar linhas verticais distintas, maior será sua resolução horizontal (e portanto melhor a qualidade da imagem) .
A resolução horizontal depende também do formato de vídeo utilizado. Diferentes formatos de vídeo oferecem resoluções máximas horizontais distintas (ex.: VHS - 240 linhas, SVHS - 400 linhas, etc...) ocorrendo o mesmo com diferentes equipamentos dentro de um mesmo formato (câmeras profissionais variam de 500 a 700 linhas no formato SVHS p.ex.). A resolução horizontal de imagens transmitidas por estações de TV é de cerca de 330 linhas. Embora uma fita VHS comum seja capaz de exibir somente 240 linhas e a programação da TV somente 330, imagens capturadas com câmeras com maior número de linhas (700 por exemplo) apresentam resultado final em 240 / 330 linhas muito melhor do que as capturadas com câmeras com menor resolução, isto porque no processo de edição (sucessivas cópias para montagem final) há também sucessivas perdas na qualidade da imagem (degradação de imagem). Assim, iniciando-se com um original melhor o resultado final também será melhor.
A avaliação (contagem) do número de linhas horizontais mostradas pode ser obtida apontando-se a câmera para uma figura especial denominada chart de resolução.
A resolução horizontal é um tipo de resolução aplicado à imagens digitais correspondente à etapa de armazenamento das informações captadas pela câmera.
resolução média medida em linhas: estudos mostram que na prática a resolução real observada no monitor / aparelho de TV é menor do que a obtida nas medições ( resolução horizontal / resolução vertical ) porque na maioria das vezes a imagem observada está em movimento.
Assim, para resolução vertical, supondo a imagem de uma escada sendo vista através das lâminas de uma persiana (linhas verticais da imagem) podemos imaginar que os degraus desta escada coincidam exatamente com as frestas da persiana; deste modo, o número máximo de degraus observáveis coincide com o número de frestas, que é igual ao número de linhas na tela. Porém, se o observador mover sua cabeça ao longo de um eixo vertical para cima ou para baixo, passará em uma dada posição a não enxergar mais os degraus, encobertos que estarão pelas lâminas da persiana. Na imagem da TV ocorre processo parecido, pois a mesma é formada por linhas horizontais, ou seja, entre elas há espaços sem imagem - as palhetas da persiana - intercalados com espaços com imagem - as frestas da persiana - e quem se move não é a cabeça do expectador e sim a própria imagem. Matemáticos concluiram, após cálculos estatísticos, que na persiana hipotética, em média 70% dos degraus da escada observada sempre seriam vistos, independentemente da posição do observador. Transpondo este cálculo para a TV, as 483 linhas do padrão NTSC poderiam mostrar na realidade uma resolução real de 483 x 0,7 = 338 linhas.
Para resolução horizontal ocorre situação análoga: supondo a imagem de uma cerca sendo vista pela câmera, se esta cerca possuir dentro da área exibida tantas estacas quanto o número de pixels existentes em cada linha do CCD, só será possível contá-las se estas coincidirem exatamente com os mesmos. Assim, o mesmo fator 0,7 se aplica. Porém, para resolução horizontal, após ter sido a mesma multiplicada pelo fator 0,7 deve ser o resultado obtido multiplicado ainda a seguir por 0,75 . Isto porque convenciona-se medir a resolução em um quadrado de imagem (mesmas dimensões de altura / largura), e a imagem na TV possui proporção 4:3 .
Existe uma regra prática para calcular-se a resolução média horizontal de um CCD . Dada a quantidade de pixels no mesmo (ex. 380.000), subtrai-se 8% deste total a título de perdas (imagem situada fora das bordas do monitor), logo tem-se 304.000 pixels. Dividindo-se por 483 linhas (resolução vertical), obtém-se 629 pixels por linha. Multiplicando-se pelo fator 0,7 obtém-se 440 linhas, que multiplicadas a seguir por 0,75 resultam 330 linhas. Esta é uma resolução teórica, porque o resultado final não depende somente do CCD e sim também de vários outros fatores ( lentes, circuito eletrônico, etc...) .
resolução vertical medida em linhas. A imagem em vídeo é exibida como se olhássemos a cena de uma rua através de uma persiana ajustada para abertura quase total de suas lâminas horizontais, ou seja, numa sequencia de faixas horizontais, denominadas linhas. Nos sistemas NTSC e PAL-M tem-se um total de 525 linhas (outros sistemas possuem números diferentes: SECAM e PAL-G possuem 625 por exemplo). Esta quantidade de linhas é portanto fixa dentro de um mesmo sistema/país, não variando com a qualidade do equipamento utilizado. No entanto, nem todas estas linhas são exibidas na tela do monitor / aparelho de TV: no sistema NTSC por exemplo, 42 linhas são reservadas para conter informações que orientam o desenho das imagens na tela, como por exemplo a que diz que o feixe de elétrons do monitor deve retornar à parte superior esquerda da mesma para iniciar o desenho de uma nova imagem. Estas linhas especiais, não exibidas normalmente, compõem um bloco negro (faixa horizontal) que pode ser visto rolando verticalmente pela tela quando o ajuste vertical do monitor não está correto. Assim, restam 483 linhas, que é o número máximo que um aparelho de TV pode exibir no sistema NTSC.
rf, sinal ao contrário do sinal do tipo composto, neste tipo de sinal as informações de imagem, já reunidas em um único sinal, são combinadas com o sinal de som, gerando um novo único sinal. Posteriormente (no momento da exibição por exemplo) estes sinais são novamente separados. A transformação acaba acarretando bastante perda de qualidade devido a interferências e distorções geradas no processo, onde os sinais recuperados na separação não são exatamente idênticos ao que eram na fase de codificação em sinal único. Este tipo de sinal é enviado às torres transmissoras de TV e captado por antenas comuns nas residências. Opcionalmente, além de ser enviado à torres transmissoras terrestres é também enviado a satélites retransmissores, podendo então ser captado por antenas parabólicas.
S/N (vídeo) (Signal-To-Noise Ratio ou SNR) indicação do quanto de 'ruído' (imagem granulada) uma imagem de vídeo possui, expressa em decibéis (dB). Esta indicação é calculada através do valor da voltagem máxima atingida pelo sinal dividido pelo valor residual da voltagem que permanece quando o sinal é removido - ou seja, a quantidade de ruído no mesmo.
A escala dB é uma escala logaritmica; em termos práticos diz-se que o valor de S/N dobra a cada 3dB de diferença entre o valor da voltagem do sinal e o valor da voltagem do ruído. Assim, se o valor da voltagem do ruído for, em um dado sistema, igual a 0dB e a do sinal for 3dB, a intensidade do sinal será 2x maior do que a do ruído. No mesmo exemplo, se o sinal for 6dB, ele será 4x mais intenso que o ruído. E assim por diante: 9dB, 8x mais intenso, 12dB, 16x mais intenso, etc...
A indicação do valor de S/N é exibida (significando a mesma coisa) tanto na forma "-dB" (sinal negativo na frente) como na forma "dB"
Geralmente os valores produzidos situam-se em torno de 38dB a 42dB. De maneira geral, quanto maior esse valor, melhor a imagem. Sinais considerados como de excelente qualidade geralmente situam-se acima de 54dB.
Este tipo de indicação é utilizado para medir e comparar a qualidade do sinal produzido pelas câmeras de vídeo.
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