Informações Técnicas |
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luminância brilho, medida da luminosidade total da imagem.
MJPEG algoritmo de compressão / descompressão de dados JPEG utilizado em imagens fotográficas, porém aplicado ao vídeo, onde cada quadro é comprimido individualmente.
monitor de forma de onda (waveform monitor) utilizando como fonte geralmente uma imagem do tipo color bars permite identificar e corrigir problemas referentes ao brilho, cores e estabilidade da mesma. Analisa a variação de voltagem no sinal de vídeo (1V de um extremo a outro) exibindo-a graficamente. Aparelhos deste tipo geralmente são capazes de exibir diversos tipos diferentes de gráficos, propiciando a visualização e análise de vários aspectos do sinal.
No exemplo abaixo, um monitor de forma de onda exibe o sinal gerado pela imagem color bars. O tipo de gráfico selecionado exibe metade das linhas do sinal à esquerda e metade à direita (desenho repetido). No eixo vertical, a intensidade do sinal é medida em unidades I.R.E.. O pico máximo do branco (o gráfico mostra um sinal corretamente ajustado) situa-se em 100 I.R.E.. A menor intensidade do sinal (cor preta) é ajustada em 7,5 I.R.E.. O eixo horizontal mostra informações de timing do sinal. As faixas cinza claro verticais (7 em cada lado) representam a intensidade total do sinal ao longo do eixo horizontal da imagem do color bars.

Diversos usos são possíveis com o aparelho: setup e sincronização de equipamentos em estúdio, ajustes e verificação de problemas, etc...
O ajuste pode ser efetuado diretamente no equipamento a ser calibrado - conectando-se sua saída ao monitor de forma de onda - ou ser utilizada a comparação - comparar o sinal gerado pela fonte com o obtido após a gravação / reprodução em determinado equipamento. Nesta comparação, também pode ser observado que quanto melhor o formato de vídeo, mais os dois resultados se aproximarão. Alguns problemas apontados na análise podem ser corrigidos pelo TBC .
MP@HL um dos tipos de profile@level empregados para classificar tipos de compressão MPEG2.
MP@LL um dos tipos de profile@level empregados para classificar tipos de compressão MPEG2.
MPEG (Motion Picture Experts Group) grupo de trabalho formado em janeiro de 1988 para criar padrões internacionais de CODECs (esquemas de compressão / descompressão - COmpression / DECompression) de áudio e vídeo. Em 1989 era formalizado o padrão MPEG1, tendo sido aprovado como padrão internacional em 1992. Em 1990 começava a ser concebido um novo padrão para substituí-lo, denominado MPEG2, tendo sido aprovado em 1994. Novas melhorias, que levariam ao padrão MPEG3, acabaram por ser incorporadas ao já existente MPEG2, fazendo com que a sigla MPEG3 não fosse utilizada. Assim, em 1993 começou a ser estruturado o padrão MPEG4, aprovado em 1998. O grupo ainda desenvolveu a partir de 1997 o padrão MPEG7, voltado para técnicas facilitadoras de pesquisa de conteúdo de áudio e vídeo (aprovado em 2002) e atualmente desenvolve o padrão MPEG21, denominado multimedia framework. Trabalha ainda com outros padrões relacionados ao uso na prática dos padrões de áudio e vídeo acima mencionados, como o IPMP (Intellectual Property Management and Protection). O grupo MPEG faz parte da organização ISO - International Standards Organization.
MPEG1 (Motion Picture Experts Group-1) primeiro padrão criado pelo grupo MPEG para compressão de imagens de áudio e vídeo previamente digitalizadas. O padrão MPEG1 começou a ser concebido em julho de 1989, tendo sido aprovado como padrão internacional em 1992. Pequenos vídeos disponibilizados na Internet, discos do tipo VCD e vídeo distribuído em discos do tipo CD-ROM, todos utilizam este padrão. O padrão de compressão de áudio MP3 também é MPEG1 (na verdade trata-se do layer 3 do MPEG1, daí seu nome MP3). A taxa de compressão é variável (um mesmo padrão, como o MPEG1, pode ser utilizado para comprimir mais ou comprimir menos o conteúdo original), podendo atingir algo em torno de 200:1 (o original comprimido fica com tamanho 200 vezes menor). No entanto, com esta taxa máxima as imagens dificilmente podem ser assistidas: toda compressão introduz no resultado final pequenas distorções na imagem (denominadas artefatos de compressão), presentes em maior ou menor número, dependendo da qualidade do algoritmo de compressão utilizado (ex. o algoritmo MPEG2 é melhor do que o MPEG1) e da taxa de compressão utilizada (maior ou menor compressão). Assim, a maioria dos vídeos comprimidos com MPEG1 utiliza compressão menor do que 50:1 . Mesmo com essa taxa, a resolução horizontal obtida após a compressão é baixa: cerca de 320 linhas - semelhante à do formato VHS. A compressão utilizada é do tipo multi-frame.
MPEG2 (Motion Picture Experts Group-2) segundo padrão criado pelo grupo MPEG para compressão de imagens de áudio e vídeo previamente digitalizadas. O padrão MPEG2 começou a ser concebido em julho de 1990, pelo grupo MPEG, em conjunto com o grupo Video Coding Experts do ITU-T (International Telecommunication Union), tendo sido aprovado como padrão internacional em 1994. É conhecido dentro da comunidade ITU-T também como H.262, o nome do projeto dentro desse grupo. Discos do tipo DVD e transmissão digital de TV utilizam este padrão. É um padrão mais avançado do que o MPEG1 produzindo uma imagem de melhor qualidade do que este. A taxa de compressão, assim como no MPEG1 também é variável (um mesmo padrão, como o MPEG2, pode ser utilizado para comprimir mais ou comprimir menos o conteúdo original); normalmente utilizam-se valores em torno de 40:1 (o original comprimido fica com tamanho 40 vezes menor). Essa taxa é um pouco maior do que a utilizada geralmente com MPEG1 (valores menores do que 50:1), no entanto o que diferencia a qualidade da imagem obtida não é somente a taxa de compressão e sim o processo (algoritmos) utilizado. No caso, o padrão MPEG2 é muito mais eficiente em comprimir sem perda aparente de qualidade do que o MPEG1. Por outro lado, isso exige um esforço computacional bem mais intensivo no processo, exigindo um hardware mais potente do que o exigido no uso do MPEG1. A resolução horizontal obtida após a compressão é superior à do formato VHS. A compressão utilizada é do tipo multi-frame. Devido ao processo de montagem dos GOPs utilizados pela técnica multi-frame, é muito mais trabalhoso comprimir um conteúdo MPEG2 do que descomprimí-lo.
MPEG2-TS (MPEG2 Transport Stream) no formato HDV, é o tipo de sinal gravado pela câmera na fita. Da mesma forma que no formato DV, onde o sinal gravado nas fitas (tipo "DV") não pode ser editado diretamente na edição-não-linear, tendo que ser convertido na fase de captura (para o tipo " .avi " por exemplo) para poder ser manipulado no computador, o mesmo ocorre no formato HDV. Neste caso, o sinal MPEG2-TS é convertido para a forma MPEG2 Program Stream ou então para um arquivo do tipo " .avi ".
MPEG4 (Motion Picture Experts Group-4) padrão criado pelo grupo MPEG para compressão de imagens de áudio e vídeo previamente digitalizadas. O padrão MPEG4 começou a ser concebido em julho de 1993, tendo sido aprovado como padrão internacional em 2000. Vários vídeos transmitidos pela Internet fazem uso deste padrão, assim como telefones celulares que utilizam imagens. Também é utilizado em diversos padrões de transmissão de TV digital, especialmente os de alta definição (HDTV) em sua versão AVC, como visto adiante. Assim como o padrão MPEG1 e MPEG2, o MPEG4 permite o uso de diferentes "profiles", estabelecendo valores diversos de taxas de compressão, conforme a aplicação a ser efetuada (em outras palavras, tem-se um mesmo padrão sendo utilizado para comprimir mais ou comprimir menos o conteúdo original). No entanto, ao contrário do MPEG2, cuja qualidade é mais ou menos fixa em torno do padrão DVD-Vídeo de qualidade, para o MPEG4 essa variação é bem maior: uma gama muito grande de valores pode ser utilizada, permitindo a visualização das imagens do vídeo não importando a capacidade do meio de transmissão (Internet de banda larga ou linha discada por exemplo). É por este motivo, entre outros, que sistemas de transmissão de HDTV o tem escolhido como padrão de codificação, como alternativa ao MPEG2.
O esforço computacional despendido na manipulação de vídeos no formato MPEG4 é ainda maior do que o exigido no formato MPEG2, o que exige um hardware também mais potente. O MPEG4 é um padrão mais avançado do que o MPEG2: além da melhoria nos processos de compressão, que se traduzem em arquivos comprimidos com tamanho muito menor sem perda aparente de qualidade, permite também o uso de outros tipos de mídia interagindo com o vídeo (como textos e fotos digitais por exemplo), acionados através de menus inteligentes. Estes menus, ao contrário dos menus de DVDs de filmes por exemplo, que ao serem acionados são sempre mostrados ocupando toda a tela com o aparelho retornando ao início do disco, podem ser exibidos da forma que o criador do vídeo quiser - embutido dentro da tela de um laptop que surge durante o filme por exemplo. Isso porque a interatividade não é dependente do aparelho reprodutor do vídeo, e sim faz parte do próprio vídeo, seus comandos são codificados juntamente com as imagens e não em um capítulo separado dedicado ao menu.
MPEG4, assim como MPEG1 e MPEG2, são na verdade nomes dados a um conjunto de diversos tópicos denominados "parts". Cada parte aborda um aspecto diferente do padrão. Assim por exemplo, no MPEG4 a parte 1 descreve a sincronização de áudio e vídeo, a parte 2 o processo de compressão das imagens, a parte 3 o processo de compressão do áudio, a parte 4 procedimentos para verificar a conformidade de determinada amostra com outras partes do padrão, a parte 5 software para demonstrar e ilustrar determinadas partes do padrão e assim por diante. A parte 10 do padrão foi incluída quando uma versão mais otimizada da parte 2 (compressão de vídeo) foi desenvolvida. Esta parte recebeu o nome AVC (Advanced Video Coding). Também ficou conhecida como H.264, porque este foi o nome dado pelo grupo Video Coding Experts do ITU-T (International Telecommunication Union), que o desenvolveu conjuntamente com o grupo MPEG.
A organização ISO (International Standards Organization) definiu em 2002 o programa QuickTime da Apple como padrão para distribuição de conteúdo de vídeo em MPEG4. A resolução horizontal obtida após a compressão é variável, podendo ser ajustada para diversos níveis de qualidade, desde ligeiramente inferior à do formato VHS até equivalente à do formato DVD. A compressão utilizada é do tipo multi-frame.
MPEG4 Part-10 o mesmo que AVC.
non-interlace o oposto de interlace de imagem.
NTSC (National Televison Standards Committee) padrão definido por uma associação entre um comitê com este nome, emissoras de TV e fabricantes de receptores, nos EUA, no início dos anos 50, originalmente especificando como imagens em preto e branco deveriam ser transmitidas analogicamente de um ponto a outro. O espectro de altas frequências VHF havia sido dividido em 13 canais em 1945 pelo US Federal Communications Commission, determinando com isso um tamanho máximo de banda para cada um. Os engenheiros deste comitê tiveram então de criar especificações que fizessem com que a quantidade de informação transmitida coubesse no espaço destinado a cada canal.
Assim, foi estabelecido que a frequência de troca de quadros na imagem seria de 60/seg, igual aos 60 Hz (ciclos/seg) utilizados na corrente elétrica nos EUA, a quantidade de linhas na tela 525, a resolução horizontal 330 linhas e o sinal monoaural. Como a largura de banda disponível não era suficiente para transmitir uma imagem completa, com todas as linhas, 60 vezes por segundo, optou-se por dividi-la em 2 partes, uma com as linhas pares e outra com as ímpares, mostradas alternadamente, a cada 1/60 seg - conceito denominado interlace de imagem - fato para o olho humano imperceptível.
No início da década de 60 o padrão NTSC foi implementado, tendo sido acrescentadas as especificações para imagens coloridas. Como não havia espaço para aumentar a banda disponível para acrescentar as informações de cor, os engenheiros do comitê criaram um segundo sinal, específico para cor, misturado de forma codificada ao primeiro, destinado à luminância, criando assim um sinal composto. O requisito básico era que o sinal de luminância deveria permanecer inalterado com esta modificação, para permitir que antigos televisores em preto e branco continuassem a captar a mesma imagem de antes.
Além disso, o frame rate utilizado teve que ser modificado de 30qps para 29,97qps por uma série de questões de engenharia exigidas na mistura dos sinais de cor no de luminância acima descrita. Enquanto a mudança não afetava de maneira perceptível a imagem dos televisores P&B, era exigida para os novos aparelhos coloridos. Isso fazia com que o ajuste da frequência de desenho das imagens na tela baseada no sincronismo com a corrente elétrica que entrava pelo fio do aparelho conectado à tomada não era mais possível, exigindo técnicas mais elaboradas e dispendiciosas para ser realizado. Mas então a eletrônica já estava bem mais desenvolvida e avançada do que na época do surgimento da TV P&B, o que possibilitou a realização desta mudança.A forma como os sinais foram misturados apresentava no entanto muitas vezes falhas nas cores, como enfraquecimento em determinados pontos, mistura com partes de outra cor e supersaturação de determinadas cores - principalmente o vermelho. A ausência de indicação de referência absoluta no sinal de cor ( x % de azul, mas em relação a qual padrão de azul?) deixava os aparelhos livres para reproduzir as cores conforme seus ajustes individuais (receptores colocados lado a lado mostravam a mesma cor com tons diferentes); para ajustá-los eram necessários recursos como color bars e vetorscópios por exemplo. Como melhoria deste padrão, foi proposto o padrão PAL, no final dos anos 60. Mais tarde, dentro do possível permitido pelas restrições já estabelecidas nas especificações de engenharia do sinal, diversas modificações foram feitas, propiciando a minimização dos defeitos acima descritos.
Posteriormente, em 1986, o padrão NTSC foi novamente implementado, com o som estéreo, as legendas para surdos embutidas no sinal e o sinal de som multi-língue SAP.
Alguns países que utilizam NTSC: Bahamas, Barbados, Bermudas, Bolívia, Cambodja, Canadá, Chile, Colômbia, Coréia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Filipinas, Guatemala, Honduras, Japão, México, Panamá, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Suriname, Trinidade e Tobago, Venezuela.
(Obs. em alguns poucos países há mais de um padrão em uso, geralmente um oficial e outro introduzido por novos serviços de TV a cabo ou utilizado para recepção de sinal proveniente de países vizinhos, em locais próximos às fronteiras. Ainda em outros países existe diferença de padrão quando a transmissão / recepção é feita em VHF ou UHF; no Brasil em ambos sistemas o padrão é o mesmo, PAL-M).
O sinal de um sistema geralmente não é compatível com outro: dependendo do sistema, uma fita gravada em PAL por exemplo pode não apresentar imagem alguma em um VCR do sistema SECAM por exemplo, ou mostrar imagens em preto e branco.
osciloscópio equipamento que mostra em uma tela um gráfico representando a variação de voltagem de um sinal elétrico em função de um determinado intervalo de tempo. Pode ser utilizado em vídeo produção para avaliar e calibrar equipamentos. Existem no entanto osciloscópios construídos especificamente para este fim, como o monitor de forma de onda (waveform monitor) - estes sim, comumente utilizados.
P-frame (predicted frame) tipo de quadro utilizado na montagem dos GOPs de compressões multi-frame como a MPEG2 por exemplo.
PAL (Phase Alternate Lines) padrão criado na Alemanha no final dos anos 60, para eliminar vários problemas existentes no padrão NTSC referentes à reprodução de cor, invertendo-se a fase do sinal de cor para linhas alternadas na tela. A reprodução de cores resultou mais precisa do que no padrão NTSC e o sistema foi adotado em vários países do mundo, exceto os já comprometidos com investimentos no sistema NTSC.
Neste países a corrente elétrica alternada era gerada em 50 ciclos/seg (ao invés de 60, como nos EUA), por isso a frequência de mudança de campos foi especificada como 50 e não 60, sendo as imagens transmitidas a 25 quadros/seg ao invés de 30/qps (frame rate). Esta redução na cadência de mudança das imagens faz com que as mudanças sejam um pouco mais 'visíveis' do que no padrão NTSC - a imagem 'pisca' mais.
Há um único país onde este problema não ocorre, o Brasil, porque a corrente utilizada é de 60 ciclos/seg - e portanto as imagens são transmitidas com frequência de 30 quadros/seg.
Nos sistemas PAL de 50 ciclos, para compensar a perda na qualidade visual ao mostrar-se 25 quadros/seg a quantidade de linhas na tela foi ampliada: estes sistemas mostram 625 linhas ao invés das 525 do sistema NTSC - a imagem aparenta-se mais nítida e definida. Há outros fatores também no sinal PAL que o tornam superior ao NTSC: maior contraste obtido nas imagens (a parte do sinal que controla esta característica é mais abrangente) e maior detalhamento geral, por sobrar mais espaço de banda para a luminância uma vez que o sinal de cor ocupa menos espaço por utilizar frequência maior do que no NTSC.
A alternância de fase no sinal de cor exige mais campos para completar-se o ciclo completo de cor, limitando ligeiramente a precisão dos equipamentos de edição neste sistema em relação ao NTSC. Também em relação ao NTSC os sistemas PAL de 625 linhas ficam mais sujeitos a interferências em transmissões de um equipamento a outro, devido a requerer maior banda. Outro problema frequente é a saturação das cores, muitas vezes fugindo do original. Na mesma época em que o padrão PAL era desenvolvido, também era criado o padrão SECAM.
O padrão PAL não é exatamente idêntico nos diversos países onde é adotado: ligeiras variações em suas características básicas diferenciam um padrão de outro e para identificá-los são adotados sufixos conforme o subtipo de PAL: PAL-M, PAL-N, PAL-D, PAL-I, PAL-B, PAL-G e PAL-H.
Destes, PAL-D, PAL-I, PAL-B, PAL-G e PAL-H são todos todos essencialmente o mesmo PAL, com as mesmas especificações (resolução vertical de 625 linhas, frame rate de 50qps, etc..); o que os diferencia é o modo como o sinal é modulado para ser transmitido para as residências. Desta forma, televisores de países que utilizam esses padrôes devem estar preparados para receberem um (ou mais de um, como é comum em televisores do continente europeu) desses tipos de sinais para poderem exibir as imagens. Os sinais de vídeo desses padrões são gravados de forma idêntica em uma fita / disco (diz-se abreviadamente que o conteúdo está gravado em PAL). Assim, não necessitam conversão de um padrão para outro (não existem aparelhos conversores de padrão PAL-G para PAL-H por exemplo). No entanto, é necessária a conversão para os padrões PAL onde as características de resolução vertical e frame rate sejam diferentes, como o PAL-N e o PAL-M. Desta forma, pode-se dividir os padrões PAL em 3 tipos (PAL / PAL-N / PAL-M), sendo que no caso do PAL, existem subdivisões utilizadas somente para broadcast (transmissão). Um VCR ao gravar um sinal recebido da TV aberta em PAL-B gravará conteúdo idêntico a outro fazendo o mesmo a partir de um sinal PAL-G: ambos serão gravados em PAL. Já um VCR gravando sinal PAL-N e um gravando sinal PAL-M gravarão sinais diferentes, PAL-N e PAL-M respectivamente.
Alguns países que utilizam PAL: Açores, Afeganistão, África do Sul, Albânia, Alemanha, Algéria, Angola, Argentina, Austrália, Áustria, Bangladesh, Bélgica, Botswana, Camarões, China, Dinamarca, Emirados Árabes, Espanha, Etiópia, Finlândia, Gâmbia, Gibraltar, Grécia, Hong Kong, Ilhas Canárias, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Iugoslávia, Jordânia, Israel, Kuwait, Libéria, Luxenburgo, Madeira, Malásia, Malta, Namíbia, Nepal, Nova Zelândia, Paquistão, Paraguai, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Serra Leoa, Singapura, Somália, Sudão, Suécia, Suíça , Tailândia, Tanzânia, Turquia, Uganda, Uruguai, Vietnam, Yemen, Zâmbia, Zimbabwe.
(Obs. em alguns poucos países há mais de um padrão em uso, geralmente um oficial e outro introduzido por novos serviços de TV a cabo ou utilizado para recepção de sinal proveniente de países vizinhos, em locais próximos às fronteiras. Ainda em outros países existe diferença de padrão quando a transmissão / recepção é feita em VHF ou UHF; no Brasil em ambos sistemas o padrão é o mesmo, PAL-M).
O sinal de um sistema geralmente não é compatível com outro: dependendo do sistema, uma fita gravada em PAL por exemplo pode não apresentar imagem alguma em um VCR do sistema SECAM por exemplo, ou mostrar imagens em preto e branco.
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