Esta seção destina-se a divulgar câmeras e produtos inovadores e/ou com qualidade destacada no mercado atual |
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Sony HVR-V1U: 3 CMOSs e HDV 1080i a 24qps progressive
Depois da JVC criar uma implementação própria do formato HDV (ProHD) para efetuar a captura de imagens em 24qps, chegou a vez da Sony fazer o mesmo, com a HVR-V1U. A diferença é que enquanto o sistema da JVC utiliza o subtipo HD1 do HDV (720p), a Sony faz a implementação no subtipo que vem até agora utilizando em suas câmeras HDV: o 1080i. Apesar de soar estranho à primeira vista (1080i, um modo interlaced, gerando sinal progressivo), o sistema na verdade faz a captura real no modo progressive scan, em 24qps (ao contrário de câmeras anteriores da Sony que criavam artificialmente 24qps utilizando o modo denominado CineFrame). A seguir, ainda dentro da câmera, um software utiliza a tecnologia pull-down 2:3 para desmontar os quadros progressivos e, a partir deles, gerar imagens no modo entrelaçado, que são assim gravadas na fita.
Com isso, o padrão de gravação 1080i é mantido. A seguir, após a captura para a estação de edição, um processo inverso é efetuado pelo programa de edição (que seja capaz de tratar este tipo de imagem), descartando informações redundantes e remontando os 24 quadros progressivos. Outro motivo para a gravação entrelaçada, segundo Bob Ott da Sony Electronics, é permitir a visualização do conteúdo diretamente em um monitor/televisor comum (60i) com aspecto do chamado film look, contentando a parcela do público não interessada efetuar em transfer para película.
A câmera, que externamente lembra a PD-170, utiliza 3 CMOSs de 1/4 pol. (medida na diagonal). Entre outras características, possui zoom óptico de 20X, diâmetro de filtro de 62mm e conector de saída HDMI.
Uma unidade de hard disk portátil, com 60Gb de capacidade, vendida separadamente, pode ser acoplada à câmera (vide ilustração) em sua parte superior, à frente da alça de sustentação, permitindo 4 horas e meia de gravação HDV / DVCAM / Mini-DV.
O preço sugerido (EUA) é de 4.800,00 dólares (câmera) e 1.800 dólares (hard disk).
(dezembro /
2006)
Canon e sua primeira câmera HDV para o público consumidor
Com funções e características bem similares à HDR-HC3 da Sony, a HV10 da Canon tem por alvo o mesmo público. Com 1 sensor do tipo CMOS de 1/2,7 pol. (medida na diagonal), captura imagens no formato HDV (1080i) e Mini-DV. É a primeira câmera de vídeo da Canon a empregar CMOS no lugar de CCD para o registro da imagem, prática já dominada em suas câmeras fotográficas. O CMOS de alta densidade de pixels (característica necessária para a geração das imagens HD) acaba favorecendo também a obtenção de fotos com 3 Megapixels de resolução (2 Megapixels no modo simultâneo com a captura de vídeo). Entre outras características, possui zoom óptico de 10x, tampa interna retrátil da objetiva, OIS, tela LCD de 2,7 polegadas (medida na diagonal) e diâmetro de filtro de 37mm.
O preço sugerido (EUA) é de 1.300,00 dólares.
(dezembro /
2006)
Canon: formato HDV handheld para o público semi-profissional
Após lançar sua primeira câmera HDV, a XLH1, uma câmera no formato ombro, a Canon lança mais 2 câmeras HDV para o segmento semi-profissional, agora no formato handheld, as XHA1 e XHG1:

As câmeras seguem o sub-padrão HDV escolhido pela Canon para trabalhar com imagens HD, o HD2, o mesmo escolhido até o momento pela Sony (a JVC trabalha com o HD1). E segue também nestas câmeras com suas extensões próprias do HD2, chamadas 30F e 24F (vide detalhes em XLH1).
Entre outras características, a câmera possui zoom óptico de 20X (objetiva tradicional não-removível, ao contrário da XLH1), 3 CCDs de 1/3 pol (medida na diagonal), no formato widescreen 16:9, OIS, função autofocus melhorada (em HD o foco torna-se mais crítico do que em SD, uma vez que pequenas imperfeições passam a ser notadas), visor LCD widescreen de 2,8 pol (medida na diagonal) e diâmetro de objetiva de 72mm.
O modelo XHG1 destina-se ao uso profissional: é idêntico externamente ao XHA1 exceto por um detalhe: a existência de um conjunto de conectores do tipo BNC arranjados em um compartimento denominado pela Canon Professional Jackpack. A XLH1 foi a primeira câmera da Canon deste segmento a apresentar esses conectores. Dois deles destinam-se ao compartilhamento de Timecode do tipo SMPTE com outras câmeras da mesma linha da Canon (incluindo aí a XL H1), um para entrada (TC IN) e outro para saída (TC OUT). Um outro conector BNC (GENLOCK) destina-se à sincronização do timing de várias câmeras sobre um sinal de controle gerado por um switcher (dispositivo controlador de câmeras, operado pelo diretor de imagem). E o último conector BNC, denominado HD-SDI / SDI, destina-se à saída de sinal digital de imagem sem compressão, tanto em HD (sinal HD-SDI) como SD (sinal SDI). Além deste sinal poder ser gravado (em equipamentos específicos para este fim), pode alimentar um monitor HD que possua este mesmo tipo de entrada.
O preço sugerido (EUA) é de 4.000,00 dólares (XHA1) e 7.000 dólares (XHG1).
(novembro /
2006)
DCR-SR100: Sony entra no mercado HDD
As primeiras câmeras no formato HDD (gravação das imagens em miniaturas de drives HD) foram lançadas pela JVC, com a linha Everio com drives removíveis e linha Everio série G, com drives fixos. Neste ano a Sony entrou também no mercado desse formato, com a DCR-SR100. A câmera utiliza um drive HD interno não-removível de 30Gb, permitindo 20 horas de gravação (em qualidade baixa), 10 horas (em qualidade média) ou 7 horas (em qualidade alta). Seu CCD de 1/3 pol (medida na diagonal) permite, além da gravação de vídeo, a geração de fotos com 3,3 Megapixels de resolução. A câmera oferece zoom óptico de 10X, estabilizador eletrônico de imagem (EIS), LCD colorido do tipo touch screen, função nightshot, entrada para microfone externo, flash para imagens estáticas e bateria do tipo infolithium. A câmera possui saída de vídeo analógica (via conector RCA) e saída digital somente através de um conector USB 2.0 (não possui conexão FireWire). O sinal é gravado no drive no padrão MPEG2. Um interessante dispositivo ativado através de um sensor gravitacional desliga temporariamente o drive durante uma eventual queda da câmera. Se a câmera estiver em funcionamento nesse momento, as imagens continuam a ser gravadas, mas em um buffer de memória, passando para o drive assim que a câmera é recuperada.
O preço sugerido (EUA) é de 850,00 dólares.
(outubro /
2006)
GY-HD200U e GY-HD250U: novos modelos derivados da GY-HD100U
Destinadas à faixa inicial do segmento profissional, as câmeras dão sequência ao sistema ProHD (implementação própria da JVC ao padrão HDV introduzindo a captura a 24qps no modo progressive scan) lançado no ano passado com a GY-HD100U. As características básicas são as mesmas da HD100U, mas as novas câmeras passam a oferecer também a opção 60qps (também progressive scan, prevista no padrão original HDV, subtipo HD1). Com a gravação nesta opção e reprodução em 24qps é possível realizar efeitos de slow-motion com grande qualidade. A característica 24qps é voltada para aplicações em cinematografia, onde o transfer para película é extremamente facilitado. Por isso mesmo, os novos modelos podem agora ser equipados com um acessório opcional que possibilita o encaixe da maioria dos tipos de lentes utilizadas em câmeras cinematográficas de 16mm. O modelo GY-HD250U é destinado ao uso em estúdio, possuindo para isso conectores do tipo BNC e SDI entre outras características voltadas para este tipo de ambiente. As câmeras gravam tanto em SD quanto em HD.
O preço sugerido (EUA) é de 8.000,00 dólares (GY-HD200U) e 9.000,00 dólares (GY-HD250U) .Sony HDR-FX7: a 'volta' da pioneira DCR-VX1000, agora em HDV
A DCR-VX1000 foi a primeira câmera Mini-DV, lançando o formato digital DV onze anos atrás em um mercado até então dominado pelos modelos analógicos. Posteriormente "atualizada" como VX-2000 e depois como VX-2100, teve o papel de trazer a qualidade digital para o mundo semi-profissional. Utilizada em inúmeros trabalhos - muitos transpostos até mesmo para o cinema, volta agora, pelo menos na aparência e características básicas, para ocupar posição no mercado HDV, entre o segmento consumidor e o semi-profissional:

Seguindo a tendência de substituição de CCDs por CMOSs em alguns modelos, a HDR-FX7 apresenta 3 chips CMOSs, com 1/4 pol. (medida na diagonal). Ao lado da similariedade com a VX1000 em design, a câmera guarda várias semelhanças em controles com a HDR-FX1, a primeira câmera HDV da Sony. Entre outras características, possui estabilizador óptico OIS, função Focus Enhancement (zoom em uma área escolhida da imagem no LCD - até 4X - para melhor focalização), zoom óptico de 20X (controlado através de servomecanismo acionado por anel na objetiva), diâmetro de filtro de 62mm, conectores de saída de vídeo HDMI, sapata superior para acessórios (sem transmissão de sinais) e gravação em SD ou HD. A câmera utiliza fitas Mini-DV ou DVCAM, permitindo também a gravação de fotos JPEG em um cartão MemoryStick opcional. A gravação segue o padrão HDV até agora escolhido pela Sony em suas câmeras, o HD2 (1080i). O compartimento de fita destaca-se do corpo da câmera em seu design, possuindo tonalidade mais escura do que o restante do equipamento e o microfone está instalado na frente da alça superior de apoio.
O preço sugerido (EUA) é de 3.500,00 dólares.Primeira câmera a gravar sinais HD em discos DVD: Sony HDR-UX1

O recém criado formato AVCHD estréia com 2 câmeras da Sony, a HDR-UX1 e a HDR-SR1. A HDR-UX1 grava suas imagens em um mini-DVD de 8cm de diâmetro. A câmera, que grava tanto em HD como em SD, suporta o formato DVD+R DL (dupla camada) permitindo gravar até 1 hora de vídeo HD em qualidade menor e 27 minutos em qualidade máxima, além dos formatos DVD-R / DVD-RW / DVD+RW. No lugar de CCD a câmera utiliza um sensor do tipo CMOS com 1/3 pol. (medida no diâmetro). O formato HD gravado nestes discos (AVCHD) não é compatível com os players tradicionais de DVD, somente com players compatíveis com discos HD, como os do tipo Blu-ray ou HD-DVD. O formato SD utilizado (MPEG2) é compatível com players tradicionais de DVD. A gravação segue as mesmas características de linhas do padrão HDV até agora escolhido pela Sony em suas câmeras, o HD2 (1080i). Entre outras características, possui zoom óptico de 10X, imagens estáticas capturadas no formato JPEG com 4Megapixel de resolução, conectores para saída de vídeo USB 2.0 e HDMI (a câmera não possui saída FireWire), estabilizador EIS, função nightshot, entrada para microfone externo, saída para fones de ouvido e diâmetro de filtro de 30mm.
O preço sugerido (EUA) é de 1.400,00 dólares.HDR-SR1: imagens HD em um disco rígido

A câmera grava suas imagens em um disco rígido interno de 30Gb, permitindo gravar até 4 horas de vídeo HD em qualidade máxima. Um dispositivo semelhante ao instalado na câmera DCR-SR100 também da Sony desliga temporariamente o drive durante uma eventual queda do equipamento. No lugar de CCD a câmera utiliza um sensor do tipo CMOS com 1/3 pol. (medida no diâmetro). A gravação segue as mesmas características de linhas do padrão HDV até agora escolhido pela Sony em suas câmeras, o HD2 (1080i). Assim, esta câmera, que grava no formato AVCHD, faz a gravação em 1080 linhas. Entre outras características, possui flash para imagens estáticas, entrada para microfone externo, saída para fones de ouvido, visor LCD (touch screen) maior do que o usual em modelos desse tamanho (3,5 pol, medida no diâmetro), saída de vídeo USB 2.0 e HDMI (a câmera não possui saída FireWire), função zebra pattern, zoom óptico de 10X, gravação de áudio em Dolby Digital 5.1 e diversas outras funções similares às encontradas na DCR-SR100. A gravação em Dolby Digital 5.1 é obtida utilizando-se 4 minúsculos microfones distribuídos na área de microfone no topo da câmera, simulando-se digitalmente o canal central e criando o canal de subwoofer através da geração separada das frequências baixas. O efeito no entanto não é abrangente como em uma gravação tradicional no sistema 5.1 devido à proximidade dos microfones.
O preço sugerido (EUA) é de 1.500,00 dólares.Sony e a HDR-HC3, modelo que sucede a HDR-HC1
Com tamanho 26% menor do que sua antecessora, a HDR-HC1, menos de um ano após a Sony lança um novo modelo, a HDR-HC3, também no formato HDV :

A câmera, assim como sua antecessora, é voltada para usuários do segmento consumidor que possuem televisores capazes de exibir imagens em HD. Por isso mesmo, esta nova versão apresenta como opção de saída um conector do tipo HDMI, de uso comum em home theaters. E deixa de possuir alguns ítens que a HC1 possuía, mais voltados para o público especializado, como o ajuste manual da íris, a entrada para microfone externo e o anel de foco manual na objetiva. Isso mostra o direcionamento da Sony deste produto para o segmento consumidor. Da mesma forma que a HC1, a HC3 utiliza sensor do tipo CMOS (com 1/3 pol. medida na diagonal, do tipo widescreen 16x9) ao invés de CCD e passa agora a vir com tampa protetora de objetiva embutida.
Entre outras características, a câmera possui gravação tanto em HD como em SD, captura de fotos em JPEG com 4Megapixels de resolução (2,3 no modo simultâneo ao vídeo), visor LCD com 2,7pol (medida na diagonal) no formato 16x9, flash embutido, lentes Carl Zeiss com zoom óptico de 10x, EIS com sensores de movimento, conector FireWire e USB 1.1 .
O preço sugerido (EUA) é de 1.500 dólares.
(abril /
2006)
Hitachi e a primeira câmera gravando nos 4 formatos de DVD (-R/+R/-RW/+RW)
O formato DVD-CAM - voltado para o segmento consumidor - ganha a primeira câmera a gravar nos 4 formatos (DVD-R, DVD+R, DVD-RW e DVD+RW) de DVD, a DZBX35A da Hitachi:

A disputa das famílias de formatos "+" e "-" de DVDs começou a chegar ao fim com o lançamento dos players multiformatos, que aceitavam tanto um como outro padrão de disco. Em seguida vieram os gravadores de DVDs e agora também as câmeras, no caso a DZBX35A, cabendo a indagação se não teria sido mais fácil a concordância entre as empresas para a especificação de padrão único desde o início e, mais ainda, se algum dia o mesmo (equipamentos multiformatos) não poderá vir a ocorrer com o Blu-ray e o HD-DVD.
Seja como for, a nova câmera multi-formato da Hitachi facilita a aquisição de suas mídias por parte do consumidor, justamente por não se restringir a um determinado tipo ou outro - além dos 4 citados, também pode operar com discos DVD-RAM. Com um potente zoom óptico de 25x, a câmera apresenta visor LCD de 2,7 pol. (medida na diagonal) no formato widescreen 16x9, por permitir a gravação opcional de imagens nesse formato. A finalização dos discos após a gravação nestes tipos de câmeras tem sido melhorada, com tempos cada vez menores. Na DZBX35A a tarefa pode ser executada através do clique de um único botão (função One Touch Finalize Button). No modelo citado não existem portas de conexão para o micro (FireWire ou USB) - na verdade tem-se o material gravado no próprio disco DVD, que pode ser lido em um micro que possua leitor de DVD para finalidade de edição, embora o objetivo dessas câmeras não seja esse e sim a visualização rápida e fácil das imagens em um home theater por exemplo. Além disso, através da função Disc Navigation é possível (somente com discos DVD-RAM) percorrê-los em busca de cenas para realizar pequenas tarefas simples de edição. A câmera pode registrar fotos - em um DVD-RAM Double Sided cabem cerca de 2.000 fotos no formato JPEG com resolução de 640x480 pixels. Um cartão de memória do tipo SD também pode se utilizado para o registro das fotos. As imagens de vídeo, registradas em um minúsculo CCD de 1/6 pol (medida na diagonal) podem ser captadas em 3 qualidades diferentes, a pior permitindo armazenar 60 minutos no pequeno disco de 8cm e a maior, 20 minutos. A câmera possui estabilizador do tipo EIS, controles automáticos e manuais de foco, balanço do branco e exposição. O preço sugerido (EUA) é de 400 dólares.
(abril / 2006)
Zoom óptico aumenta de poder em câmeras do segmento consumidor

O poder de ampliação do zoom óptico tem aumentado na média em relação ao que era no passado, principalmente em câmeras do segmento consumidor. Antigamente eram comuns zooms de 10x, 15x e, mais raramente, valores em torno de 20x de aumento. Mas lançamentos recentes tem trazido objetivas com poder maior de ampliação, em câmeras na faixa de preço destinada a esse público. Assim por exemplo, 5 novos modelos da JVC da linha GR-DXXX apresentam zoom óptico de 32x. Na sua linha Everio, quase todos os novos modelos trazem também zoom de 32x. A Panasonic também apresenta novos modelos dentro os quais pode-se encontrar objetivas de 30x (VDR-DXXX e PV-GSXXX). E a Samsung traz zooms de 30x de aumento em suas novas câmeras no formato DVD-CAM (linha SC-DCXXX). O zoom óptico é sempre preferível ao zoom digital: este último degrada bastante a imagem, principalmente a partir de aumentos em torno de 40x, uma degradação que acentua-se mais e mais conforme seja solicitado maior aumento na alavanca de zoom. O ideal é manter sempre desligado o zoom digital e utilizar somente o óptico, tarefa que as novas câmeras com lentes mais potentes vem facilitar ainda mais.
Os preços sugeridos (EUA) para as câmeras variam em torno de 300 a 450 dólares.
(abril / 2006)
Panasonic: da DVX100A para a DVX100B
A Panasonic lançou, assim como em 2004 (ano do upgrade da DVX100 para a DVX100A), a nova versão da DVX100A, denominada DVX100B:

Trazendo 20 modificações, algumas significativas, outras menores segundo a Panasonic, o novo modelo apresenta nova cor externa. Entre as modificações estão alterações no viewfinder / LCD, agora sem overscan - característica encontrada somente no segmento profissional. A resolução dos visores aumentou, principalmente no viewfinder, que passa de 180.000 pixels para 230.000 pixels. O aspect ratio 4:3 / 16:9 é selecionável e o LCD agora pode abrir até 120 graus ao invés dos 90 graus da DVX100A. Os menus no LCD ganharam tratamento gráfico mais elaborado, com o uso de cores para destacar funções e status. Como novidade, duas novas entradas para conectores para controle remoto da câmera, controlando foco e íris. E, seguindo a tendência de inclusão de características profissionais (como o Jackpack da Canon XL H1 por exemplo) a DVX100B facilita arranjos de multi-câmeras: conectando duas câmeras via FireWire é possível transferir completamente o setup (ajustes efetuados) de uma câmera para outra, fazer a troca de imagens gravadas e efetuar a sincronia externa de Timecode. A sensibilidade de seu microfone foi dobrada e o ruído de imagem (S/N - signal-to-noise) reduzido. Um botão Display Off permite apagar temporariamente todas as informações mostradas no visor para melhor visualização da imagem. A função End Search pode ser utilizada diretamente no modo câmera, ao invés de no modo tradicional, em VCR (o que sempre exige a troca de modos). A velocidade intermediária do zoom foi diminuída, tornando mais suave a transição de sua velocidade mais baixa para esta. A nova cor, aliada a uma textura especial na superfície do corpo externo da câmera impede a visualização de impressões digitais, contribuindo na melhora de seu aspecto visual. O tempo de duração da bateria original da DVX100A (a que vem de fábrica com a câmera) foi aumentado na DVX100B.
O preço sugerido (EUA) é de 4.000 dólares.
(fevereiro / 2006)