Esta seção destina-se a divulgar câmeras e produtos inovadores e/ou com qualidade destacada no mercado atual |
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A Sony anuncia seu mais recente modelo de câmera no formato Micromv: a DCR-IP220. Além de seu diminuto peso e dimensões (520g e 9,8 cm x 7,6 cm x 13,6 cm), característica comum às câmeras neste formato, este novo modelo traz como principal inovação o CCD com 2.1 Megapixel de capacidade, permitindo a captação de fotos com maior quantidade de informação. Seu design foi otimizado para facilitar a operação dos principais controles utilizando apenas uma das mãos.
É também a primeira câmera no formato Micromv a incorporar a função Nightshot® para obtenção de imagens em locais com pouca ou nenhuma luz. Outras características desta câmera são o estabilizador eletrônico de imagem (EIS), o zoom com aumento 10x, as lentes Carl Zeiss®, a bateria do tipo Infolithium®, o visor LCD do tipo Touch Panel permitindo a seleção de opções de menu com o toque dos dedos, o flash retrátil (para fotos), a função MPEG Movie AD Mode, que possibilita o armazenamento de até 60 segundos de áudio e vídeo no formato MPEG1 em um cartão Memory Stick encaixado na câmera, a possibilidade de conexão USB com um microcomputador para envio de vídeo (streaming) e a conexão Bluetooth® - sem fio - para Internet e outros periféricos como telefone celular através de um adaptador opcional (200 dólares) que permite também navegar pela rede utilizando o visor LCD.Utilizando o microchip de 64K de memória (presente dentro de cada cartucho de fita Micromv), a Sony desenvolveu uma interessante função de pesquisa para o conteúdo gravado na fita: cada vez que o botão REC é pressionado (início de um novo trecho de gravação), uma foto em miniatura da imagem sendo gravada é armazenada no chip. Ao acionar posteriormente a função de pesquisa, o chip é lido e as imagens em miniatura (thumbnails) são mostradas, permitindo apontar até que ponto o avanço / retrocesso da fita deve ser feito automaticamente para acessar a cena desejada. É possível também associar um texto (título) à cada thumbnail.

Um outro modelo, DCR-IP55 (foto acima), possui CCD de 1 Megapixel e uma empunhadura retrátil, oferecendo outra possibilidade de manuseio com apenas uma das mãos. A Sony, que embora não seja proprietária do formato, é a única fabricante por enquanto de câmeras Micromv, possui ainda outros modelos com design e características diferentes.
O preço estimado gira em torno de 2.000 dólares (EUA) para a DCR-IP220 e 1.500 dólares (EUA) para a DCR-IP55.
(dezembro / 2002)
Câmera DZ-MV230A da Hitachi grava DVD-R e DVD-RAM

Ao contrário de sua antecessora, a DZ-MV100A, esta câmera da Hitachi destinada ao segmento consumidor é multi-formato: grava tanto em DVD-RAM quanto em DVD-R. Esta característica amplia sua flexibilidade de utilização, eliminando uma restrição antes existente: muitos modelos de DVD player só reproduzem DVD-R, não DVD-RAM. Ao contrário, a maioria dos DVD players atuais reproduzem os discos DVD-R. Os principais destaques da DZ-MV100A, como a gravação opcional de até 2000 fotos no formato JPEG por DVD (somente na opção DVD-RAM), a capacidade de edição na própria câmera e outros foram mantidos. O sinal gravado é do tipo MPEG2. O tempo de gravação varia segundo o formato: enquanto que no DVD-R é de 30 minutos, no DVD-RAM é de 60 minutos (neste caso os dois lados do disco são gravados, o que exige sua retirada e recolocação na câmera). Existe ainda uma opção de gravação em baixa resolução onde estes tempos dobram. A função de finalização - exigida para o DVD-R - pode ser feita na própria câmera.
O preço estimado gira em torno de 800 dólares (EUA).Câmera multi-formato da Panasonic grava DVD-RAM e DVD-R
A VDR-M20 da Panasonic, assim como a DZ-MV230A da Hitachi, é capaz de gravar imagens tanto em DVDs do tipo DVD-RAM como DVD-R. Na realidade, trata-se da mesmo equipamento comercializado pela Hitachi, porém, em um esquema do tipo OEM, adaptada e modificada e melhorada em algumas características. As principais funções no entanto são as mesmas da câmera da Hitachi assim como seu aspecto externo.
O preço estimado gira em torno de 1000 dólares (EUA).
(dezembro / 2002)
Mini-DV na palma da mão: PV-DC352, a palmcorder ultra-compacta da Panasonic

O formato Mini-DV, devido ao reduzido tamanho de seu cartucho de fita (embora não tão pequeno como o do formato Micromv) está permitindo a construção de câmeras cada vez menores, como esta palmcorder (cabe na palma da mão) ultra-compacta da Panasonic, com apenas 9,3cm x 7,1cm x 13,9cm.
Apesar de seu reduzido tamanho e peso (560g), esta câmera, destinada ao segmento consumidor, possui uma quantidade significativa de características algumas delas encontradas somente em câmeras maiores. Destacam-se, entre outros, o CCD de 1.3 Megapixel (permitindo a captação de fotos com maior quantidade de informação), as lentes Leica, o flash embutido, o zoom de 10x, a conexão USB para microcomputador, a captação de fotos no modo progressive scan e o estabilizador eletrônico de imagem (EIS). A PV-DC352 possibilita a gravação de suas imagens (convertidas para o formato MPEG4) em um cartão de memória do tipo SD (6 minutos para o cartão de 8 Mb até 65 minutos para o cartão de 64 Mb). A partir deste cartão, as imagens podem ser então transferidas para um microcomputador e daí para a Internet por exemplo (o cartão que acompanha a câmera é de 16 Mb - permitindo 15 minutos de gravação). Opcionalmente o cartão SD pode gravar somente som - a câmera pode então atuar como um voice-recorder.Existem outros modelos, semelhantes a este mas com variações em algumas características e funções.
O preço estimado gira em torno de 1000 dólares (EUA).
(dezembro / 2002)
Panasonic lança câmera voltada para cinema
A AG-DVX100 é a primeira câmera do segmento semi-profissional com opção de captura idêntica à das câmeras cinematográficas: 24 quadros por segundo, no modo progressive scan. Com 3 CCDs de 1/3 pol. com 480 linhas úteis cada, esta câmera no formato digital Mini-DV também pode capturar imagens em 30 quadros por segundo no modo progressive (480p/30fps), além do tradicional processo interlaced (480i/60). Neste caso, a captura progressive é convertida para interlaced, livrando a imagem final dos artefatos do tipo combing. O uso do modo 480p/24fps torna muito mais fácil a transferência posterior para película, conferindo ao resultado final o mesmo aspecto visual existente no cinema (film look).
Como destaques, entre outros, a opção manual de acionamento do zoom (além do tradicional servo-zoom), com marcações de aberturas (f-stops) no corpo das lentes, as entradas para microfone do tipo XLR, a presença do phantom power (48V), controles manuais de volume e a função Cine-like Gamma, que emula a maior latitude de tons de cinza existente em cinema quando comparado ao vídeo. A câmera traz ainda estabilizador de imagem do tipo OIS, foco automático/manual, diâmetro das lentes de 72 mm e algumas funções e características encontradas somente em câmeras do segmento profissional, como a opção manual de acionamento do zoom, capacitando-a destacar-se entre as câmeras semi-profissionais topo de linha.
O preço estimado gira em torno de 3.795 dólares (EUA).
(novembro / 2002)
Canon lança GL2, sucessora da GL1
A Canon anunciou o lançamento da sua nova câmera Mini-DV, a GL2. Assim como sua antecessora, a GL1, também possui 3 CCDs de 1/4 pol, agora com 410.000 pixels cada (na GL1 eram 270.000 pixels), característica esta que se traduz principalmente em aumento de qualidade nas imagens capturadas para fotos, agora com resolução até 1,7 megapixels, podendo opcionalmente serem gravadas em um cartão de memória removível. Vários ítens encontrados na câmera topo de linha do segmento semi-profissional XL1-S, também da Canon, estão agora presentes na GL2, como a geração de color bars e o recurso de padrão zebra entre outros.

Entre outras características, destacam-se as lentes Fluorite, a tecnologia Pixel Shift (que propicia qualidade de imagem semelhante a de CCDs com maior quantidade de pixels), o estabilizador óptico de imagem, a conexão USB (além naturalmente da IEEE-1394), o controle manual de áudio dos 2 canais, o zoom óptico de 20x e uma nova conexão inteligente para acessórios colocada no topo da câmera. Através deste encaixe é possível utilizar um adaptador (MA-300 XLR) que disponibiliza 2 conexões fêmea de áudio do tipo XLR, permitindo o uso de cabos balanceados para microfone, ou então um microfone direcional (DM-50) ou ainda um pequeno refletor (VL-3 Video Light), sem o uso de cabos.
O preço estimado gira em torno de 2.700 dólares (EUA).
(agosto / 2002)
Sony lança a nova câmera TRV950
A Sony anunciou o aguardado lançamento da câmera DCR-TRV950, sucessora do já clássico modelo DCR-TRV900:
Esta câmera Mini-DV, junto com a Sony VX-2000, a Cannon XL1-S e a JVC GY-DV300 faz parte do conjunto de câmeras consideradas topo de linha do segmento semi-profissional, tendo sido usada inclusive como recurso complementar em muitos trabalhos profissionais.
Os 3 CCDs de 1/4 pol, agora também com tecnologia HAD já utilizada nos de 1/6 pol, propiciam a produção de excelentes imagens. A característica megapixel faz-se presente agora também na TRV950 melhorando ainda mais a qualidade das fotos realizadas com a câmera. As principais novidades são a presença de um pequeno flash para fotos em locais de pouca luminosidade, uma porta USB para conexão com microcomputador (para transferir fotos e vídeo no formato MPEG), um cartão removível de memória de 8Mb (Memory Stick, que permite a gravação das fotos e trechos de vídeo no formato MPEG) e a possibilidade de conexão com equipamentos que utilizam tecnologia Bluetooth®.
O nome "Bluetooth" é derivado de um padrão de tecnologia com mesmo nome, que prevê que dispositivos como telefones celulares (do tipo GSM ou GPRS), laptops, PDAs e outros se conectem entre si sem o uso de fios, num raio de até 10 metros. Assim, a TRV-950 pode conectar-se sem o uso de fios com um adaptador Sony Bluetooth® (acessório opcional, que possui modem embutido e pode conectar-se à Internet) ou então com os aparelhos mencionados.
O preço estimado gira em torno de 2.500 dólares (EUA).
(julho / 2002)
HD portátil conectado à câmeras digitais permite gravar diretamente em disco
A Videonics está lançando um equipamento que vai agilizar muito o trabalho de edição não-linear: o FireStore™. Ao invés de capturar as imagens na fita Mini-Dv ou Digital-8 e posteriormente conectar a câmera ao micro para transferí-las para o HD via conexão FireWire no demorado processo de captura, agora é possível capturá-las diretamente em um HD portátil. Ao término da gravação, basta conectar o drive HD ao micro, abrir o programa de edição, importar os clips e iniciar o trabalho de edição.
As imagens podem ser gravadas nos formatos " .dv ", " AVI Type1 " , " AVI Type 2 " ou " .mov (QuickTime), compatíveis com os principais programas de edição não-linear do mercado (Adobe Premiere, Apple Final Cut Pro, Canopus DVStorm, Pinnacle DV500, Ulead Media Studio Pro, Matrox RT2000/2500 e Apple iMovie). A gravação pode ser feita simultaneamente no HD e na fita, proporcionando automaticamente um backup das imagens. Com capacidade de 40Gb, o FireStore™ pode armazenar até 3 horas de vídeo no formato DV. E, adicionalmente, pode-se conectar até 8 drives FireStore™ em cadeia, proporcionando até 24 horas de gravação diretamente em disco.
Embora possua seu próprio HD, o FireStore™ também permite conexão direta com o HD do micro (neste caso o mesmo deve ser do tipo IEEE-1394 (DTVLink / FireWire / i.Link) formatado como FAT-32). A operação é simples, com botões em seu painel que simulam os controles comuns de um VCR (Play, FF, RW, etc.). A conexão entre a câmera e o FireStore™ é feita através do cabo FireWire e é também através deste cabo que o drive é automaticamente controlado pela câmera: quando REC é acionado na câmera, o drive inicia a gravação, quando PAUSE é acionado, a gravação é interrompida. Além do formato DV, o FireStore™ também trabalha com os formatos DVCAM e DVCPRO (versão 25 Mb/s):
Com uma bolsa tiracolo (fornecida), pode-se operar a câmera carregando o equipamento (que pesa 1,5 Kg e tem o formato de uma pequena caixa, com 15cm x 21cm x 7cm). Não possui no entanto bateria própria - deve ser conectado à energia (110 ou 220 V) ou à uma bateria externa de 14,4 V DC.
Seu preço gira em torno de 995 dólares (EUA).
(maio / 2002)
Bateria descartável com tecnologia zinco-ar fornece até 10 horas de energia
Novas tecnologias estão em desenvolvimento para aumentar o tempo de duração das atuais baterias, utilizando células de combustível. Estas células produzem energia através de reações químicas com substâncias (os combustíveis) que se consomem no processo, mas podem opcionalmente ser reabastecidos. Entre as tecnologias em desenvolvimento (utilizando como combustível hidrogênio, metanol, etanol e zinco) esta última - zinco - é a mais promissora. Células de zinco-ar funcionam extraindo o oxigênio da atmosfera para reagir com o zinco e produzir eletricidade.
Desenvolvida, entre outras empresas, pela Electric Fuel Corporation (www.electric-fuel.com) a tecnologia zinc-air já é utilizada em várias aplicações, de telefones celulares de equipes de resgate (como fonte adicional de energia) a ônibus urbanos totalmente elétricos. Com pequenas dimensões e grande capacidade (uma única bateria desse tipo, medindo 7,5cm x 7,5cm x 0,7cm pode energizar um notbook por mais de 16 horas), esta tecnologia chega agora ao mercado do vídeo.
Denominada Instant Power™, esta bateria da Electric Fuel Corporation já vem pronta para ser utilizada, fornecendo até 10 horas de energia para gravação contínua. O modelo não pode ser recarregado e é útil se transportado na maleta da câmera como fonte suplementar de energia, para uso nas situações em que as baterias normais da câmera se esgotam e não há como recarregá-las facilmente. Após o uso, pode ser descartado como uma bateria comum (não agride o meio ambiente). O preço (que depende do modelo) varia de 15 a 25 dólares e por enquanto estão disponíveis somente para câmeras do segmento consumidor e semi-profissional das marcas Sony e JVC.
(maio / 2002)
JVC lança câmera que acessa a Internet para envio de imagens sem auxílio do micro
Converter vídeo gravado no formato DV para o formato MPEG4 e a seguir enviá-lo via Internet para um determinado site, sem o auxílio de um microcomputador: esta, a façanha deste novo lançamento da JVC. A câmera GY-DV300, denominada Streamcorder, foi concebida tendo em mente as atuais necessidades de distribuição rápida de informações pelas redes de notícias:

Com 3 CCD.s, esta câmera topo de linha do segmento semi-profissional conta com, entre outras características, conexão para entrada de microfones do tipo XLR, estabilizador óptico de imagem (OIS) e zoom óptico manual de 14x. A conversão para o formato MPEG4 pode ser feita enquanto a câmera grava também as imagens na fita (tipo MiniDV), e a conexão e envio das informações para a Internet em tempo real (processo denominado streaming, daí a origem do nome Streamcorder) é efetuada sem o auxílio do micro, através de um acessório opcional (adaptador KA-DV300). Por outro lado é possível fazer a conexão sem o uso do adaptador, conectando-se a câmera a um micro através de um cartão PCMCIA.
Os preços sugeridos giram em torno de 3.495 dólares (EUA) para a câmera e 1.299 dólares (EUA) para o adaptador.Hitachi deixará de fabricar câmeras baseadas em fita
As fitas, dominantes no mundo analógico, ainda tem presença forte no mundo digital. Porém esta realidade vai aos poucos mudando e a Hitachi, com o lançamento de 3 novos modelos de câmeras que gravam DVD-RAM em um formato reduzido de disco, anuncia que deixará de fabricar câmaras baseadas em fita.
(abril / 2002)
HAD™ CCD, o primeiro CCD comercial de 1/6 pol, criado pela Sony
A Sony avança na miniaturização de câmeras e componentes criando o primeiro CCD de 1/6 pol, com 250.000 pixels. Até então, o menor CCD utilizado em câmeras de vídeo comercializadas possuía 1/4 pol. Tradicionalmente, haveria uma tendência de diminuição da qualidade da imagem com a diminuição do tamanho do CCD (câmeras profissionais utilizam CCDs de 1/2 pol). No entanto, processos tecnológicos ultra modernos tem permitido a fabricação de chips do tipo CCD menores e sem perda de qualidade visível.
E isto ocorre com o lançamento do CCD de 1/6 pol pela Sony, denominado Super HAD™ CCD (Hole Accumulation Diod), com a mesma quantidade de pixels de CCDs similares também fabricados pela Sony e empregados em suas câmeras, porém com dimensões maiores, como o de 1/4 pol. O novo processo de fabricação conseguiu obter o menor tamanho de pixel até então empregado e ao mesmo tempo aumentar em 20% a quantidade efetiva de luz recebida por área pelo chip, em comparação a um chip similar de 1/4 pol, devido a melhorias na montagem das micro-lentes coloridas inseridas sobre cada pixel - este é um CCD voltado para emprego em câmeras que trabalham com CCD único.
Além de menor em área o novo chip é também 66% mais fino quando comparado ao equivalente de 1/4 pol, facilitando ainda mais a miniaturização do bloco óptico da câmera. E também consome cerca de 50% menos energia. As câmeras do novo formato Micromv lançadas pela Sony, como a DCR-IP7BT, empregam este novo chip.
(março / 2002)
Menor sem perder a qualidade: novo formato e câmeras da Sony gravam em MPEG2
A Sony lança um novo formato no mercado consumidor: Micromv. Com este formato, as imagens de vídeo digitalizadas são gravadas em um cartucho de fita de 60 minutos, com 70% do tamanho do cartucho Mini-DV, no formato MPEG2. A qualidade da imagem e do som é comparável à do formato Mini-DV (até 500 linhas de resolução horizontal), com a vantagem de um maior poder de miniaturização das câmeras, devido ao menor tamanho da fita. Com o lançamento do formato a Sony lança também duas câmeras: a DCR-IP7BT e a DCR-IP5, consideradas as menores e mais leves câmeras do mundo neste segmento, medindo 4,7 cm x 10,3 cm x 8,0 cm e pesando apenas 310 gramas (sem fita e bateria).

A foto acima mostra a DCR-IP7BT, à esquerda e no centro o acessório Bluetooth®, que permite que a câmera conecte-se ao mesmo sem fios (via infravermelho) e este conecte-se à Internet, para o envio de clips e fotos nela armazenados, sem a necessidade do uso de um computador. Com isto, a DCR-IP7BT também é a primeira câmera do tipo Network comercializada.
À direita, demonstração do pequeno tamanho da câmera. A câmera possui CCD de 680.000 pixels, lentes Carl Zeiss®, zoom óptico de 10x, cartão de memória Memory Stick® para armazenamento de fotos e trechos de vídeo (no formato MPEG1, não MPEG2), conversão opcional de entrada de vídeo analógico para formato MPEG2, interface USB, conexão FireWire para PC, visor LCD de 2,5 pol, estabilizador eletrônico de imagem através de sensores de movimento, software MovieShaker para edição básica no PC, bateria InfoLithium® entre outros ítens, com preço em torno de 1.700 dólares (EUA). 
Assim como os cartuchos do formato Mini-DV podem conter (opcionalmente) um chip de memória embutido, para armazenamento de diversos dados referentes ao conteúdo gravado, o mesmo ocorre com os cartuchos Micromv, neste caso com 64Kbits de capacidade.
A DCR-IP5 (acima), com preço em torno de 1.300 dólares (EUA) também grava no formato Micromv porém não possui algumas funções, como geração de fotos, interface USB, conversão analógico / MPEG2 e conexão com Internet através do acessório Bluetooth®.(março / 2002)
DTVLink, nova terminologia e logotipo para a interface IEEE-1394
A interface IEEE-1394, também conhecida como FireWire ou i.Link recebe agora um novo nome, padronizado pela organização internacional CEA (Consumer Electronics Association). O objetivo é facilitar a identificação da presença da interface nos diversos equipamentos (micros, câmeras, etc.) comercializados através de diversos fabricantes, facilitando a resolução de questões de compatibilidade no momento da venda. O novo termo, "DTVLink", vem acompanhado por um logotipo (vide desenho acima) Desenvolvido por uma área dentro da CEA denominada 1394 Interface Strategy Working Group e aprovado pela divisão Video Division Board da CEA, durante o evento Industry Forum and Fall Conference em La Quinta, California, o novo logo deverá estar estampado a partir de agora em todos os aparelhos que empregem esta interface.
(janeiro / 2002)
DZ-MV100A, a câmera da Hitachi que grava DVD-RAM
A Hitachi anunciou o lançamento da câmera DZ-MV100A, destinada ao mercado semi-profissional / consumidor. E a novidade desta pequena câmera é a mídia por ela utilizada: ao invés da imagem e som serem gravados em fita, é utilizado um DVD-RAM de 8 cm de diâmetro de 2,8 Gb (gravável nos dois lados), capaz de registrar 60 min. de gravação de vídeo (ou 120 min. em baixa resolução) ou quase 2000 fotos digitais no formato JPEG com resolução 1280x960 pixels. Após o fracasso de seu lançamento anterior em 1997, a primeira câmera a efetuar gravação em disco destinada ao mercado consumidor, porém no formato MPEG1, agora a Hitachi aposta suas fichas neste novo lançamento. E, ao contrário do anterior, agora as imagens são gravadas em MPEG2, de qualidade muito superior ao MPEG1. O grande 'must' deste tipo de equipamento é a possibilidade de se fazer a edição na própria câmera, uma vez que devido ao fato da mídia ser em disco, tem acesso direto. Por isso mesmo, a câmera possui um menu com funções básicas de edição, fáceis de serem executadas aqui uma vez que não existe a necessidade de avanços e retrocessos de cenas, como ocorre em uma fita. A restrição, além do preço (2.000 dólares nos EUA), é a dificuldade de encontrar-se com facilidade o pequeno vídeo disco DVD-RAM (preço em torno de 25 dólares cada), produzido inicialmente pela Maxell, uma subsidiária da própria Hitachi.
(janeiro / 2002)