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Novos
treinamentos FazendoVídeo: realizados aos sábados e domingos, com 2 dias de duração, maior tempo para parte prática e mais profundidade - aguarde, a partir de junho |
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2 pol formato analógico utilizado no segmento profissional como primeiro gravador de vídeo em fita, criado pela Ampex em 1956. Foi utilizado na década seguinte em estúdio para pré-gravação e arquivo de programas transmitidos, caindo em desuso posteriormente devido ao surgimento de outros formatos, principalmente o de 1 pol..
3/4 pol SP o mesmo que U-Matic SP.
4 mm formato analógico criado pela Samsung em 1985, permaneceu na fase de protótipo, sem alcançar a fase de comercialização.
8 mm formato analógico utilizado no segmento consumidor, criado pela Kodak em 1984 e lançado no mercado pela Sony em 1985. Utiliza fita de 8 mm. Devido ao pequeno tamanho do cassete (95 x 62,5 x 15mm) propiciou o surgimento de câmeras mais leves e menores do que as tradicionais, com a vantagem de que a redução no tamanho da fita não traz como ponto negativo a redução do tempo de gravação, como nos VHS-C / SVHS-C.
A qualidade da imagem é apenas ligeiramente superior à do formato VHS, principalmente quanto à resolução de cores. A resolução horizontal máxima gira em torno de 255 linhas. Possui a desvantagem de não ter adaptador para ser colocado em um VCR do tipo VHS: o sinal deve ser conectado diretamente à TV. Além disso, são raros os VCRs de 8mm. O áudio neste formato é mono, gravado na mesma trilha que a imagem. Assim como o formato VHS, não aceita a gravação de Timecode na fita. Com o surgimento e popularizaçao do formato DV, que também usa fita de proporções pequenas, este formato tende a desaparecer do mercado.
Academy Aspect Ratio aspecto de imagem na proporção 1,37:1 utilizada com o advento do cinema sonoro (ver widescreen).
Academy Flat o mesmo que formato 1,85:1 (widescreen).
Ampex DCT (Digital Component Technology) formato digital utilizado no segmento profissional. Criado pela Ampex em 1992.
anamórfico processo de compressão / descompressão horizontal da imagem para se obter proporções largas da mesma (widescreen).
AVC-Intra formato desenvolvido pela Panasonic em 2006, como variação do já existente AVCHD. A principal diferença é que enquanto no formato AVCHD a compressão utilizada é do tipo inter-frame (utilizando portanto a tecnologia de GOPs como no formato HDV), no formato AVC-Intra a compressão utilizada, indicada pelo próprio nome, é do tipo intra-frame. Este tipo de compressão, também utilizado em formatos SD como o Mini-DV ou HD como o DVCPRO HD proporciona maior qualidade de imagem e maior precisão na edição-não-linear. O formato AVC-Intra apresenta dois subformatos: AVC-Intra 100 e AVC-Intra 50. O primeiro usa compressão de cor (chroma subsampling) do tipo 4:2:2, enquanto o segundo usa compressão de cor do tipo 4:2:0. A taxa de bit rate do primeiro é de 100Mbs e do segundo, 50Mbs. E a resolução do primeiro é do tipo full HD, enquanto no segundo ocorre compressão da resolução horizontal na gravação (que diminui de 1920 pixels para 1440, sendo recuperada na exibição das imagens). O formato AVC-Intra 50 foi desenvolvido para câmeras onde a eficiência no armazenamento das imagens é prioridade, como as do tipo ENG. Já o formato AVC-Intra 100 foi desenvolvido para aplicações onde a qualidade maior da imagem é prioridade. A qualidade de imagem do subformato AVC-Intra 50 é equivalente à do formato DVCPRO HD utilizando metade da taxa de bit rate, enquanto a do subformato AVC-Intra 100 é superior a este. Desta forma, em um meio de armazenamento (ex. cartão de memória, como o cartão P2) o espaço ocupado em AVC-Intra 50 é metade do espaço ocupado em DVCPRO HD.
AVCHD (Advanced Video Codec High Definition) formato digital voltado para o segmento consumidor de HD, podendo competir em qualidade de imagem com o formato HDV e suas câmeras do mesmo segmento. Desenvolvido pela Sony e Panasonic 2006 para uso em vários tipos de mídias, como cartões de memória, câmeras que utilizam discos ópticos para gravação, hard disks e outros. Utiliza compressão MPEG4 do tipo H.264 / AVC para armazenar imagens HDV, tanto do tipo HD1 quando HD2. No caso da gravação em disco, as imagens são gravadas em DVDs-Vídeo comuns, do tipo 8cm de diâmetro, com excelente qualidade de áudio (Dolby Digital AC-3 ou Linear PCM).
Betacam (oxide Betacam) formato analógico utilizado no segmento profissional. Criado pela Sony em 1982, utiliza fita de 1/2 pol (+/- 13 mm), com cassete e meio de transporte de fita similar ao antigo formato Betamax , porém gravando o sinal de vídeo no sistema componentes e com velocidade de deslocamento da fita em relação às cabeças 6 vezes maior.. Com este formato a Sony introduziu as primeiras camcorders (junção de camera com recorder, que eram, até então, equipamentos separados).
Betacam SP formato analógico utilizado no segmento profissional, criado pela Sony em 1987. Ao contrário do formato Betacam, que utiliza fita de óxido de ferro (daí o nome oxide Betacam), o formato Betacam SP usa fita do tipo MP - metal particle. Utiliza fita de 1/2 pol (+/- 13 mm) .
Betacam SX formato digital utilizado no segmento profissional. Criado pela Sony nos anos 90, utiliza fita de 1/2 pol (+/- 13 mm) .
Betamax (ou Beta) formato analógico, foi o primeiro formato desenvolvido para o segmento consumidor. Criado pela Sony em 1975, utilizava fita de 1/2 pol (+/- 13 mm). Com a competição do formato VHS, desenvolvido pela JVC, foi perdendo força no mercado (entre outras vantagens, além do custo mais baixo o VHS podia gravar 2 horas em uma fita contra 1 no Betamax, facilitando assim a gravação de filmes) até desaparecer completamente. Tecnicamente superior ao VHS, entre outros fatores, devido à maior velocidade de deslocamento da fita em relação às cabeças.
blow-up processo de transferência de imagens de um formato para outro onde o formato destino possui maior resolução do que o formato origem (ex. película cinematográfica de 16m/m para 35m/m, formato Mini-DV para película cinematográfica, etc...). Gravações originais em qualquer um dos formatos DV por exemplo podem ter suas imagens transferidas para películas cinematográficas de 16mm ou 35mm através de equipamentos que fazem a gravação quadro a quadro da película utilizando processos semelhantes aos usados em impressoras a laser. A luz do laser expõe um filme negativo especial com sensibilidade extremamente baixa (ISO em torno de 1) e portanto granulação extremamente fina, percorrendo linhas horizontais da esquerda para a direita e de cima para baixo, à semelhança de uma impressora de microcomputador doméstica. Existem outros processos no entanto, com menor qualidade, como o que utiliza um monitor monocromático de alta resolução filmado por uma câmera de cinema: cada quadro é exposto 3 vezes consecutivas e em cada uma delas um filtro diferente (red, green, blue) é usado na câmera. Ou então o antigo (e ainda em uso) processo chamado kinoscopia, onde a câmera cinematográfica filma as imagens apresentadas em um pequeno monitor de vídeo.
C o mesmo que 1 pol Type C.
Camcorder junção da câmera (cam) com o gravador de fita (recorder) em um único bloco, ao contrário do tipo de equipamento em que ambos são partes distintas.
CAV (Constant Angular Velocity) velocidade angular constante de giro, aplicável à velocidade na qual trabalham os discos ópticos.
CLV (Constant Linear Velocity) velocidade linear constante, porém velocidade angular variável, aplicável à velocidade na qual trabalham os discos ópticos.
compressão da imagem termo aplicado, em formatos digitais, ao processo de redução do volume de informação de uma imagem para a seguir ser gravada no meio de armazenamento (ex.: fita). A imagem, originalmente capturada em sinal analógico RGB , é transformada inicialmente em 3 componentes - YUV, sendo então digitalizada e a seguir comprimida através de algoritmos especiais para só então ser gravada. Quanto maior a taxa de compressão, menor a qualidade da imagem final obtida. O quadro abaixo mostra diversos formatos digitais e as taxas de compressão utilizadas:
| Formato | Taxa de compressão |
| Digital Betacam |
1,6 : 1 |
| Digital-S DVCPRO50 |
3,3 : 1 |
| DVCPRO DV Digital-8 |
5,0 : 1 |
D-VHS formato digital utilizado para gravar sinais transmitidos por satélite, no sistema DSS. Desenvolvido pela JVC. A capacidade da fita varia de 3,5 horas (em HDTV) a 49 horas (modo LP), No modo SP é possível armazenar até 7 horas.
D-1 formato digital utilizado no segmento profissional. Criado pela Sony em 1984, é um formato que não utiliza compressão - e portanto o consumo de fita é alto e o tempo de gravação em um cartucho, pequeno (13, 41 e 94 minutos, conforme o tipo). É utilizado como padrão em comparações entre formatos e como mídia de transferência digital, mas seu uso comercial é raro devido ao alto custo. É um formato criado visando utilização em videocassetes, não em câmeras. O D1 é também chamado CCIR 601 ou ITU-R BT.601 .
D-2 formato digital utilizado no segmento profissional. Criado pela Ampex em 1986, é um formato que digitaliza e grava um sinal composto de vídeo. É um formato criado visando utilização em videocassetes, não em câmeras.
D-3 formato digital utilizado no segmento profissional. Criado pela Panasonic em 1992, é um formato digital, que digitaliza e grava um sinal composto de vídeo. Existem câmeras neste formato.
D-4 não foi criado o formato D-4, devido a superstição em relação a esse número na Ásia, assim como o número 13 em edifícios nos EUA.
D-5 formato digital utilizado no segmento profissional. Criado pela Panasonic em 1993, é um formato digital que à semelhança do formato D-1 não utiliza compressão. É um formato criado visando utilização em videocassetes, não em câmeras.
D-5 HD formato digital utilizado no segmento profissional. Criado pela Panasonic nos anos 90, é semelhante ao formato D-5, porém utiliza alta definição - visando o mercado HDTV.
D-6 formato digital utilizado no segmento profissional. Criado pela Toshiba e pela BTS nos anos 90, visa o mercado de TV de alta definição - HDTV.
D-8 não foi criado o formato D-8 para evitar confusão com o mesmo termo usado em áudio e gravadores de dados.
D-9 HD formato digital utilizado no segmento profissional. É a versão criada pela JVC equivalente ao formato DVCPRO 100HD da Panasonic, voltada para o mercado HDTV.
d-beta o mesmo que Digital Betacam
dbc o mesmo que Digital Betacam
DDD-1000 formato digital utilizado no segmento profissional. Criado experimentalmente pela Sony no final dos anos 80, visava o mercado HDTV. Utiliza fita de 1 pol (+/- 26 mm) em carretéis.
Digibeta o mesmo que Digital Betacam
Digital-8 formato digital utilizado no segmento consumidor. Desenvolvido pela Sony em 1999, utiliza o mesmo algoritmo de compressão do formato DV, porém gravando em fitas comuns do formato Hi8 (inclusive a disposição das trilhas na fita é a mesma). Para câmeras deste tipo (que também podem reproduzir fitas previamente gravadas no formato Hi8 / 8 mm) a fita, ao ser gravada / reproduzida no formato Digital-8 roda a uma velocidade 2 vezes maior do que em Hi8 / 8 mm - e portanto o tempo de gravação da mesma fita cai pela metade. Ao reproduzir fitas previamente gravadas nos formatos Hi8 / 8mm, câmeras no formato Digital-8 digitalizam automaticamente o sinal lido das mesmas e o disponibilizam em uma saída digital através da conexão FireWire. Este sinal pode então ser direcionado a um HD de um microcomputador p.ex.. Não existem VCRs no formato Digital-8: a própria câmera tem que ser utilizada para reprodução.
Digital Betacam (Digibeta, d-beta, dbc) formato utilizado no segmento profissional. Desenvolvido em 1993 pela Sony, possui algumas semelhanças com o formato DV (também utiliza o algoritmo DCT no processo de digitalização da imagem por exemplo), mas, por ser voltado ao segmento profissional, possui características especiais para utilização neste meio. Assim, em comparação com o formato DV possui melhor qualidade de imagem ao utilizar menor compressão (1,6:1 para 5,0:1 no DV), maior frequencia de sampling na digitalização dos sinais UV de cor (6,75 Mhz para 3,37 Mhz no DV), maior banda para armazenar informações de cor (3 Mhz para 1,5 Mhz no DV), time code do tipo utilizado do meio profissional (SMPTE para Drop Frame no DV), cassete com maior capacidade e outros.
Digital-S formato utilizado no segmento profissional. Criado pela JVC no final dos anos 90. Assim como o DVCPRO50, também possui o dobro de capacidade de armazenamento de informações por segundo do que a utilizada nos formatos DV, DVCAM e DVCPRO (50 Mbs - mega bits / seg - contra 25 Mbs). Utiliza fita de 1/2 pol (+/- 13 mm). Desenvolvido pela JVC em cima do padrão D-9.
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