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downconvert processo de cópia de um conteúdo de imagem (vídeo / filme) de um formato de maior resolução para outro de menor, como por exemplo de um formato de vídeo do tipo HD para um do tipo SD. No processo ocorre perda da resolução original. Assim por exemplo imagens no formato HDV quando copiadas para o formato Mini-DV tem qualidade semelhante à de imagens captadas no próprio Mini-DV.

drop Timecode (drop frame Timecode) a cadência exata de quadros por segundo (frame rate) no sistema NTSC colorido é 29,97 e não 30. O Timecode no entanto numera normalmente na quadro a quadro a sequência de vídeo, iniciando em "00" e terminando em "29" (total de 30 quadros, contando-se o primeiro como "00"). Com isso, ao reproduzir-se um vídeo por exemplo, com a indicação do Timecode sendo visualizada, ao término de 1 segundo a indicação QQ ainda estará mostrando "28" e não "29", porque os 30 quadros levam mais do que 1 segundo para serem exibidos. Embora a diferença seja muito pequena (0,1%), para tempos maiores ela torna-se aparente, podendo causar problemas de sincronização. Assim por exemplo, após uma hora no Timecode (01:00:00:00), o tempo real decorrido será uma hora e 3,6 segundos (ou 108 quadros a mais, um erro de 0,03 quadros por segundo). Esta diferença é suficiente para causar os problemas de sincronismo referidos.

Para contornar o problema, foi criada uma forma de contagem dos quadros que compensa de tempos em tempos a diferença com o tempo real, denominada drop Timecode, ou drop frame Timecode, uma solução do mesmo tipo da utilizada para efetuar o ajuste de dias efetuados no calendário, através dos anos bissextos, porém "retirando" ao invés de "acrescentar" unidades.

No modo normal de contagem dos quadros, quando o contador acusa a presença do quadro de número 28, como por exemplo em (00:00:00:28), o quadro seguinte, o de número 29 (que completa desde o quadro 00 um segundo de exibição no sistema NTSC) é mostrado como (00:00:00:29) e o próximo, o primeiro do segundo seguinte, como (00:00:01:00). Essa situação repete-se a cada segundo completado até o tempo de um minuto ser atingido (00:00:59:29).

Quando isto acontece, os próximos quadros deveriam, pela contagem normal, receber a numeração (00:01:00:00) - (00:01:00:01) - (00:01:00:02) e assim por diante. No entanto, no modo drop frame timecode, o contador, a cada minuto completado, "pula" a numeração dos dois primeiros quadros do minuto seguinte, iniciando a contagem diretamente no número (00:01:00:02). O mesmo se repete a todo outro minuto completado, com uma exceção: quando esta quantidade de minutos é um múltiplo qualquer de "10" (10 minutos, 20 minutos, etc...).

Assim, o contador "pula" duas vezes no início de cada novo minuto, exceto quando essa quantidade de minutos é divisível por 10:

Portanto sem contar a exceção dos divisíveis por 10, como cada minuto tem sua contagem adiantada em 2 quadros, em 10 minutos tem-se um adiantamento de 20 quadros. Incluindo a exceção tem-se na verdade um adiantamento de 18 quadros. Multiplicando-se por 6, tem-se 60 minutos com um adiantamento de 108 quadros, corrigindo a distorção de 3,6 segundos acima referida e mantendo o sincronismo com o tempo real.

Os quadros nunca são excluídos (não há perda de imagem), somente a numeração dos mesmos é ajustada.

Os Timecodes que não possuem esta correção são chamados non-drop Timecode.

DV Timecode (DV Time) é o Timecode utilizado normalmente no formato DV de vídeo. Nas fitas deste formato, é gravado nas trilhas em uma área denominada Subcode. O DV Timecode é do tipo non-drop Timecode e é reinicializado (00:00:00:00) sempre que a gravação é efetuada em um trecho virgem da fita.

edição-linear processo tradicional de edição de vídeo, criado antes do surgimento do micro-computador. O nome 'linear' decorre da forma como as imagens são acessadas nos originais e montadas na versão final: como as mesmas encontram-se em fitas, é necessário efetuar uma busca sequencial, linear das mesmas; como o resultado é gerado também em uma fita, é gerado sequencialmente, linearmente, uma imagem após a outra. Não é possível através deste processo por exemplo inserir uma imagem entre outras duas já pré-gravadas na fita sem refazer todo o processo desde seu início.

edição-não-linear processo surgido com os recursos disponibilizados pelos micro-computadores. O nome 'não-linear' decorre da possibilidade que as imagens tem de serem acessadas de modo aleatório (ao contrário de uma fita de vídeo, onde o acesso é sequencial), uma vez que encontram-se gravadas no disco do computador (que possibilita este tipo de acesso, denominado randômico).

O computador onde a edição será efetuada (PC-Windows ou Macintosh-Mac-OS) deve possuir alguns requisitos mínimos e outros desejáveis:

requisitos mínimos:

  • disco rígido (HD, Hard Disk) com capacidade suficiente para os trabalhos a serem efetuados: dependendo da qualidade armazenada, 5 minutos de vídeo podem chegar a ocupar 1 Gb de espaço; em média, um sinal do tipo DV ocupa 3,5Mb de espaço por segundo. Além disso, a velocidade com que o HD consegue ler e gravar informações, expressa através da menor taxa de transferência de dados constante que o HD consegue sustentar, chamada sustained data transfer rate, deve ser de pelo menos 3 Mb/seg - o ideal é 5 Mb/seg.. Ainda em relação ao HD, a velocidade de rotação do disco, medida em r.p.m. (rotações por minuto) é importante: para edição de vídeo, pelo menos 7.200 rpm é o recomendado.
  • memória RAM: 512Mb
  • resolução da tela do monitor: 800x600 ou 1024x768

requisitos desejáveis:

  • um HD somente para armazenar os dados (vídeo) e outro para os programas e o sistema operacional da máquina. Esta providência torna mais fácil operações como formatação e desfragmentação do disco, procedimentos recomendáveis periodicamente para melhorar a performance do sistema. Se possível ainda, o micro deve ser dedicado somente para edição de vídeo, minimizando assim eventuais conflitos com outros programas.
  • HD com baixo tempo de acesso: quanto menor a velocidade com que o HD consegue localizar uma posição específica dentro do mesmo para ler ou gravar informações, melhor. Na escolha entre dois HDs, quanto menor este tempo (que pode tornar mais ou então menos demorado o processamento de efeitos por exemplo), melhor.
  • memória RAM superior a 512Mb

A edição-não-linear envolve 3 etapas principais:

Na primeira etapa o material a ser editado é transferido para o HD em um processo denominado captura, através de uma placa (circuito impresso) instalada no computador e da conexão da câmera ou VCR à mesma através de cabos específicos. É possível no entanto transferir para o HD o material a ser editado sem o uso de uma placa instalada internamente no micro, utilizando-se para isso um dispositivo externo de captura. Estes dispositivos são conectados através de cabos à câmera ou VCR e com o micro geralmente através de uma conexão USB. No entanto o arquivo transferido para o HD (usualmente no formato MPEG2) apresenta qualidade inferior no processo de edição em relação ao arquivo gerado através das placas de captura, principalmente em edições empregando efeitos especiais, devido à sua alta taxa de compressão. Um exemplo de dispositivo externo de captura é o Digital Video Creator da Dazzle.

Tendo sido o vídeo gravado dentro do computador, pode ter início o processo de edição (segunda etapa).

A forma de se trabalhar a edição de um vídeo no computador varia de software para software, mas a grande maioria dos programas trabalha utilizando os modos denominados timeline e/ou storyboard. A aparência visual da área de trabalho (workspace) pode ser configurada conforme as preferências do usuário, em maior ou menor grau de acordo com o software utilizado. Alguns softwares como o Adobe Premiere utilizam comandos em menus padrão do Windows (File Edit ...), outros como o Liquid Edition da Pinnacle utilizam comandos dispostos em botões lembrando uma mesa de edição e outros como o Studio9 também da Pinnacle, utilizam interfaces intuitivas como o desenho de uma câmera que ao ser clicada executa determinadas tarefas.

À medida em que o vídeo vai sendo editado, é possível visualizar o resultado até o momento, numa operação denominada preview . Através desta operação, uma janela do programa permite verificar no modo PLAY trechos selecionados da timeline. Os efeitos e transições acrescentados ao áudio e vídeo que está sendo editado nem sempre porém podem ser visualizados instantaneamente. Necessitam ser processados pelo computador, em uma operação denominada renderização.

A qualquer momento o processo de edição pode ser interrompido e a composição das cenas, efeitos e transições montados até o momento na timeline ou no storyboard podem ser armazenados (salvos) em um arquivo específico do programa, dentro do micro. No entanto este arquivo não é ainda um arquivo de vídeo (".avi" por exemplo) e sim um arquivo particular do programa com dados e informações de tudo o que foi trazido até o momento para a área de edição e de tudo o que foi efetuado.

Para transformar estes dados em um arquivo de vídeo final (terceira etapa) é necessário o uso de comandos específicos de cada programa. Assim, no Adobe Premiere por exemplo, as opções File / Export Timeline / Movie consolida as diversas trilhas sobrepostas, efeitos e transições de áudio e vídeo em um único arquivo, tarefa que exige também a operação de renderização. Ao término deste processo, as transições e efeitos incluídos no vídeo não podem mais ser alterados, da mesma forma que um texto já impresso no papel não pode mais ser alterado. No processo é possível determinar o formato final do arquivo gerado, como por exemplo ".avi". Arquivos deste tipo podem ser armazenados no micro para uso em outros processos de edição ou até mesmo dentro do mesmo processo: é comum, para facilitar o trabalho (e "limpar a timeline") consolidar trechos já prontos em um arquivo de vídeo único.

Arquivos ".avi" podem ser reproduzidos (PLAY) pelo programa, em uma janela dentro da tela de edição (geralmente denominada monitor). Em alguns sistemas é possível conectar um cabo na placa de captura, através do qual o sinal com o vídeo mostrado nesta janela pode ser enviado para um monitor real, situado ao lado do micro, providência que facilita a visualização do processo de edição (tamanho da imagem bem maior do que na janela da tela do programa).

Outros formatos podem ser escolhidos para geração do arquivo final, como MPEG1 (para gravação de VCDs) ou MPEG2 (para gravação de DVDs em menor compressão e SVCD em maior compressão) para saída em discos ópticos por exemplo, ou Quick Time, RealMedia, Windows Media, MPEG4 e outros para visualização através de micros e Internet. Ao término do processo de geração do arquivo final, o vídeo está pronto para ser gravado no disco (através de um gravador de CD/DVD) ou utilizado na Internet.

Se a saída desejada for analógica (por exemplo um VCR gravando uma fita VHS) ou digital no formato DV (por exemplo uma câmera digital gravando uma fita Mini-DV), é possível reproduzir o arquivo ".avi" existente na timeline: neste momento, através da saída analógica da placa de captura (RCA ou Y/C) o sinal de vídeo composto ou SVHS pode ser gravado no VCR ou através do cabo FireWire o sinal digital pode ser gravado na câmera.

A reprodução do arquivo ".avi" como descrita acima pode ou não exigir uma etapa de renderização antes de poder ser direcionada para gravação na saída. Em alguns programas, a cada efeito ou transição acrescentado é efetuada automaticamente a renderização do mesmo. Esta renderização, também conforme o programa, pode exigir uma espera no processo de edição enquanto ocorre ou ser efetuada no modo background rendering permitindo que o usuário edite outro trecho do programa. Em outros programas a renderização do arquivo ".avi" não é feita neste ponto, ocorrendo somente uma renderização mais simples e de baixa qualidade a fim de permitir a visualização de cada efeito ou transição acrescentada (preview). Neste tipo de programa, será necessário renderizar antes todos os efeitos e transições para que seja possível então fazer a gravação descrita acima.

edição-não-linear de conteúdo HDV a conexão de câmeras do formato HDV com computadores é feita através do mesmo cabo FireWire utilizado no formato DV. No formato DV o sinal armazenado na fita precisa sofrer uma transformação para ser armazenado no disco do computador e poder ser manipulado pelos programas de edição-não-linear. É assim que o sinal tipo "DV" é convertido na gravação para sinais como por exemplo o sinal tipo " .avi " . No caso do HDV, o sinal armazenado na fita (sinal tipo "MPEG2-TS" - abreviação de Transport Stream) pode ou não ser convertido durante a fase de gravação. Diferentes abordagens utilizadas pelos programas de edição permitem trabalhar de forma diferente com o formato HDV na edição.

A maioria dos programas que tradicionalmente trabalham já com o formato DV necessita de plug-ins para poder trabalhar com o formato HDV. Outros, como o Liquid Edition da Pinnacle voltado para SD e HD por exemplo, já trazem embutida a capacidade de manipular o formato HDV. Novas versões de programas que tratam HDV via plug-ins tendem a deixar de utilizá-los, incluindo este tratamento dentro de seu software principal.

Existem basicamente duas formas diferentes de abordagem no tratamento do sinal HDV para edição. Alguns programas / plug-ins permitem o trabalho direto com o sinal MPEG2-TS copiado da fita para o disco, apenas adaptando-o da forma "Transport Stream" para a forma "Program Stream" durante a importação, sem conversões adicionais. A forma "Program Stream" é a forma que é utilizada nos DVD-Video de filmes por exemplo. Outros programas / plug-ins trabalham de maneira diferente, convertendo o sinal MPEG-TS para arquivos do tipo " .avi " durante a fase de importação para o disco.

O MediaStudio Pro da Ulead voltado para edição em SD e HD é um exemplo de programa de edição que utiliza plug-in do primeiro tipo. Como não há conversão na importação não há perda alguma de qualidade do sinal (toda conversão pode potencialmente introduzir alguma perda, mesmo que mínima). Por outro lado, o trabalho direto com o formato MPEG2 HDV exige muito da CPU (o que se traduz na necessidade de máquinas potentes - o ideal é utilizar 3.0 GHz de velocidade de processamento). A edição não é em tempo real e é necessário renderizar até mesmo edições mais simples, como um corte seco . Essa dificuldade decorre do formato altamente comprimido do MPEG2 e da necessidade da máquina "desmontar" os GOPs antes de poder de fato efetuar a edição do efeito para a seguir remontá-los com precisão.

O segundo tipo de plug-in é fornecido por empresas como a CineForm. O sinal do tipo ".avi " gerado através desse codec a partir do original MPEG2-TS pode ser editado por vários programas que trabalham normalmente com esse formato ( " .avi " ), como por exemplo o Adobe Premiere. O codec utilizado desmonta os GOPs codificados no formato MPEG2 e com isso o vídeo convertido cresce em média 4 vezes mais de tamanho em relação ao seu tamanho original. Apesar de visualmente não haver perda aparente de qualidade, trata-se de um processo de conversão e todo processo deste tipo pode potencialmente introduzir alguma perda, ainda que mínima. A perda de qualidade pode ser acentuada se o processo for repetido várias vezes (MPEG2-TS <> ".avi ", ou seja, HDV <> edição), porque a compressão MPEG2 é uma compressão do tipo "com perda" (lossy).

A vantagem da conversão por outro lado é propiciar a execução de previews real-time dos efeitos aplicados no vídeo. No entanto, os efeitos disponibilizados são somente os da CineForm, não os do programa de edição utilizado.

Alguns programas de edição, como o Liquid Edition da Pinnacle voltado para SD e HD permitem a edição simultânea de conteúdos destes tipos (SD / HD) na mesma timeline. Assim, por exemplo, é possível editar ao mesmo tempo vídeos em HDV, DV e MPEG2 dos tipos "I-frame" ou "IBP-frames" (tipo de GOP utilizado).

De maneira geral, trabalhar em edição com HDV exige maior poder de processamento do computador do que no trabalho com outros formatos, como por exemplo o DV, e também capacidade bem maior de armazenamento em disco, principalmente se a forma de trabalho empregar conversão do MPEG2 TS para outros formatos, como ".avi".

Ao contrário do que ocorre no formato HDV, a captura e edição utilizando formatos que capturam imagens diretamente em MPEG2, como o DVD-CAM e o Micromv tradicionalmente não traz bons resultados em termos de precisão e facilidade de aplicação de efeitos e transições, ou então funcionam com restrições, devido às dificuldades de manipulação do sinal MPEG2 altamente comprimido. No formato HDV essas dificuldades são contornadas pelos plug-ins mencionados acima.

Embora seu sinal possa ser exibido em TVs comuns do tipo SD, o objetivo do formato HDV é exibir uma imagem no formato 16:9 (widescreen), de alta resolução (HD) em TVs de alta definição (plasma, LCD, CRT, projetores DLP e outros). Em equipamentos comuns SD, a maior qualidade da sua imagem não é perceptível, sendo comparável à imagem de câmeras comuns SD (como Mini-DV por exemplo) de 3 CCDs. O mesmo ocorre com DVDs gerados a partir de conteúdo HDV: o DVD-Vídeo é um formato SD, não HD.

edição-não-linear de conteúdo sem compressão (via HDMI) é possível capturar sinais de vídeo digitais, não comprimidos, a partir de determinadas câmeras de vídeo que possuem saídas do tipo HDMI. No processo de captura e gravação das imagens em fita / disco / cartão, após ter ocorrido a captura, a próxima etapa é a compressão, antes do registro das imagens na mídia correspondente. A saída HDMI obtém o sinal antes dessa compressão ocorrer.

Para tanto é preciso utilizar no computador uma placa de captura especial, que possua entrada desse tipo. Tem-se portanto um sinal de vídeo de alta qualidade, que pode ser armazenado diretamente no computador sem compressão ou então (para diminuir o grande espaço ocupado por este tipo de sinal) convertido e armazenado em formatos com compressão, como DVCPRO HD por exemplo. A vantagem é eliminar a etapa de compressão com perdas efetuada em alguns formatos, como o HDV . O processo só é vantajoso no entanto para capturar o sinal antes do mesmo ser gravado na câmera, ou seja, para captura de eventos ao vivo. Capturar um vídeo já gravado na câmera (HDV por exemplo) através da conexão HDMI ao invés da conexão FireWire não traz portanto vantagem de melhoria na imagem. A mesma placa de captura em HDMI pode ser utilizada, através de seu conector do mesmo tipo, para exibir as imagens HD editadas, em um televisor ou monitor que possua opção de entrada HDMI.

EDL (Edit Decision List) nome dado a uma relação de pontos de entrada e saída (in / out) em um material de vídeo, para uso no processo de edição. Em sistemas analógicos de edição-linear , a EDL reflete a disposição das cenas no vídeo final após ter sido editado - é uma "previsão". Durante o processo de análise do material original, os pontos de entrada e saída vão sendo registrados em um arquivo de texto. Este arquivo pode então, na fase final do processo, alimentar um sistema que irá ler esses dados e copiar para o VCR de saída as cenas escolhidas, uma após outra. Uma variação, ainda em sistemas analógicos, é o processo de marcação de um conjunto pequeno desses pontos diretamente na câmera que, então conectada ao VCR destino, efetua a cópia seletiva das cenas escolhidas (edição).

Em sistemas de edição-não-linear , a EDL pode estar presente na escolha dos pontos de in / out a serem capturados para o computador, montando-se uma lista para captura posterior (captura em batch). Ainda existem diversos outros usos para a EDL, como por exemplo seu envio juntamente com fitas originais para um bureau a fim de ser feita a edição nesse local.

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