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treinamentos FazendoVídeo: realizados aos sábados e domingos, com 2 dias de duração, maior tempo para parte prática e mais profundidade - aguarde, a partir de junho |
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estabilizador do tipo OIS sempre ligado ao contrário do estabilizador de imagem do tipo EIS (Electronic Image Stabilizer), o estabilizador óptico (OIS - Optical Image Stabilizer) pode permanecer constantemente ativado na câmera. O estabilizador eletrônico capta a imagem e utiliza a seguir uma janela virtual que "dança" dentro da imagem original no sentido contrário ao da trepidação, tentando anulá-la. A imagem que vai para gravação é a imagem desta janela, ou seja, parte dos pixels do CCD é descartada neste processo - justamente por isso câmeras que utilizam este processo possuem CCDs com maior quantidade de pixels. O processo eletrônico tem-se aperfeiçoado constantemente, livrando-se de defeitos do passado, principalmente com o uso de sensores de movimento, da mesma forma que no OIS. O OIS possui sensores que direcionam o movimento de uma das faces de um prisma (sanfonado e preenchido com líquido especial em seu interior) alterando o percurso dos raios de luz para corrigir o efeito da trepidação. Outras variações do processo OIS empregam lentes móveis adicionais dentro da objetiva para obter o mesmo efeito. No entanto, mesmo com os aperfeiçoamentos do EIS, sua imagem sempre é manipulada eletronicamente, o que não ocorre com o OIS, que apenas a redireciona, sem intervir em nada sobre a mesma. Assim, o ideal é deixar ligado o EIS somente em situações onde sua correção seja desejada, ao contrário do OIS, que pode ficar ligado permanentemente, para a quase totalidade das situações.
uso de efeitos de câmera a maioria das câmeras possui diversas opções de uso de efeitos, desde os mais simples (fade-in, fade-out) até wipes, dissolves, etc... (inclusive sistemas precários de titulagem). Esses efeitos devem ser utilizados somente em dois tipos de situação: quando está-se fazendo uma edição in-camera, ou seja, a fita não será editada posteriormente: já durante a captura, todo cuidado é tomado para ir formatanto o projeto final. A outra situação é no uso doméstico, quando também a fita não será editada. Fora dessas situações, é sempre preferível deixar para aplicar efeitos na fase de edição. Em primeiro lugar, os efeitos existentes nos sistemas de edição-não-linear são mais completos, variados e muitas vezes de maior qualidade do que os existentes na câmera. Em segundo lugar, mantém-se a possibilidade da tentativa e erro, onde, na ilha de edição, efeitos podem ser acrescentados e retirados até a obtenção do melhor resultado preservando o original, o que, se estivesse já com algum efeito gerado durante a captação na câmera, não seria possível.
zoom digital o zoom digital tem pouca utilidade prática. Ele começa a atuar a partir do limite máximo do zoom óptico; assim, se o aumento proporcionado pelo zoom óptico é de até 20 vezes, a partir deste ponto qualquer aumento é decorrente da atuação do zoom digital: de 21 até 100 vezes por exemplo. O problema é que o aumento é obtido através de um artifício eletrônico que repete, a cada aumento, cada vez mais os pixels lado a lado na imagem e com isto, o tamanho dos objetos mostrados na imagem aumenta. No entanto a definição da imagem original permanece a mesma e com isso a definição da imagem ampliada torna-se cada vez pior.
Até cerca de 40 vezes de aumento com o zoom digital a qualidade da imagem ainda pode ser considerada aceitável, acima disto, começam a ficar bem visíveis granulações e a imagem aparece em forma de mosaico, com 'pastilhas' cada vez maiores. Assim, se o objetivo é garantir a melhor qualidade de imagem possível, o melhor é desativar este recurso na câmera, permanecendo somente com o zoom óptico, que não traz perda nenhuma de qualidade com o aumento.