logo acessórios

Informações Técnicas

powered by FreeFind

novidades do site
adaptadores (plugs) existem diversos padrões para tomadas elétricas, adotados em diferentes países. Embora em cada país predomine um determinado tipo, em muitos deles é possível encontrar mais de um padrão de tomada. O desenho abaixo mostra os principais tipos utilizados e a seguir a relação dos países onde podem ser encontrados:

A - este tipo de tomada prevê plugs com conectores na forma de barras metálicas achatadas. Não possui conexão para fio terra. Em alguns modelos, uma das fendas é mais larga do que as outras (indicado em vermelho no desenho); esta característica permite que plugs com uma das barras achatadas mais larga do que a outra sejam encaixados sempre do mesmo lado. Este tipo de tomada é padronizado em alguns países para instalações elétricas com dois fios, fase (energizado) e neutro (não energizado), permitindo manter esta diferenciação no aparelho a ser conectado à tomada.

Países que adotam este tipo de tomada: Arábia Saudita, Aruba, Bahamas, Bangladesh, Barbados, Bermudas, Bolívia, Brasil, Cambodja, Canadá, China (com barras metálicas nos plugs ligeiramente mais curtas do que as utilizadas nos outros países), Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Filipinas, Guam, Guatemala, Guianas (as três), Haiti, Honduras, Ilhas Cayman, Jamaica, Japão, Laos, Líbano, Libéria, Maldivas, Nicarágua, Nigéria, Panamá, Peru, Porto Rico, Tailândia, Taiti, Taiwan, Venezuela, Vietnam e Yemen.

B - este tipo de tomada prevê plugs com conectores na forma de barras metálicas achatadas. Adicionalmente, possui orifício para entrada de um terceiro conector no plug, na forma de pino arredondado, destinado à conexão com o fio terra.

Países que adotam este tipo de tomada: os mesmos países que adotam o tipo A, exceto Bangladesh, Bolívia, Cambodja, China, Maldivas, Peru, Tailândia, Taiti, Vietnam e Yemen. Também é encontrado nos Açores, Belize e Trinidad e Tobago.

C - este tipo de tomada prevê plugs com conectores na forma de pinos metálicos arredondados. Não possui conexão para fio terra.

Países que adotam este tipo de tomada: Açores, Albânia, Alemanha, Algéria, Angola, Argentina, Áustria, Bangladesh, Bélgica, Bolívia, Bósnia, Brasil, Bulgária, Burundi, Cabo Verde, Casaquistão, Chile, Congo, Coréia, Croácia, Dinamarca, Djibuti, Egito, El Salvador, Eritréia, Espanha, Filipinas, Finlândia, Gabão, Gibraltar, Grécia, Guadalupe, Guinéia, Hungria, Ilhas Canárias, Ilhas Madeira, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Israel, Iugoslávia, Kuwait, Laos, Líbano, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Madagascar, Marrocos, Martinica, Mauritânia, Mauritus, Moçambique, Mônaco, Nepal, Netherlands, Nigéria, Noroega, Omânia, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Romênia, Ruanda, Rússia, Senegal, Síria, Somália, Sudao, Suécia, Suíça, Surinane, Tailândia, Togo, Tunísia, Turquia, Uruguai, Vietnam, Zaire, Zâmbia.

D - este tipo de tomada prevê plugs com conectores na forma de pinos metálicos arredondados, com um terceiro pino para fio terra.

Países que adotam este tipo de tomada: Afeganistão, Bangladesh, Benin, Botswana, Camarões, Chad, El Salvador, Emirados Árabes, Equador, Etiópia, Gana, Grécia, Guadalupe, Hong-Kong, Índia, Iraque, Israel (Jerusalém), Jordânia, Kênia, Líbano, Líbia, Macau, Madagascar, Maldivas, Martinica, Mônaco, Namíbia, Nepal, Níger, Nigéria, Paquistão, Quatar, Senegal, Serra Leoa, Sri Lanka, Sudão, Tanzânia, Yemen, Zâmbia, Zimbabwe.

E - este tipo de tomada prevê plugs com conectores na forma de pinos metálicos arredondados, com um terceiro pino para fio terra. Em comparação com o tipo D, o pino correspondente ao fio terra está mais próximo dos demais pinos. Além disso, há uma inversão: o pino correspondente ao fio terra localiza-se na tomada, não no plug: este possui um orifício para encaixe do mesmo. No desenho da tomada, a cor verde indica a presença do pino ao invés de um orifício. Neste tipo de tomada é possível encaixar plugs do tipo C.

Países que adotam este tipo de tomada: Bélgica, Burundi, Camarões, Chad, Congo, Djibuti, El Salvador, Eslováquia, Guiné Equatorial, França, Guiana Francesa, Grécia, Guadalupe, Ilhas Canárias, Indonésia, Laos, Lituânia, Madagascar, Mali, Martinica, Mônaco, Marrocos, Nigéria, Polônia, Senegal, Síria, Taiti, Tunísia.

F - este tipo de tomada prevê plugs com conectores na forma de pinos metálicos arredondados, com dois conectores destinados ao fio terra. Estes conectores para o fio terra consistem em pequenos pinos metálicos arrredondados, localizados na tomada e não no plug, o que é indicado pela cor verde no desenho. Além disso a tomada possui encaixes laterais recortados em sua estrutura, de modo que o plug só pode ser encaixado com seus correspondentes encaixes alinhados aos da tomada. Neste tipo de tomada é possível encaixar plugs do tipo C.

Países que adotam este tipo de tomada: Açores, Alemanha, Algéria, Aruba, Áustria, Bulgária, Cabo Verde, Chad, Coréia, Croácia, El Salvador, Finlândia, França, Grécia, Guiné, Hungria, Ilhas Madeira, Indonésia, Itália, Jordânia, Laos, Luxemburgo, Moçambique, Mônaco, Netherlands, Nigéria, Noroega, Portugal, Romênia, Samoa, Suécia, Surinane, Turquia, Uruguai.

G - este tipo de tomada prevê plugs com 3 conectores na forma de barras metálicas achatadas, sendo um deles (colocado de forma perpendicular aos demais) destinado ao fio terra. Em comparação com o tipo A, as barras metálicas são maiores, mais largas e mais grossas.

Países que adotam este tipo de tomada: Arábia Saudita, Bangladesh, Belize, Botswana, Brunei, Camarões, China, El Salvador, Emirados Árabes, Gâmbia, Gana, Gibraltar, Granada, Guatemala, Guianas (as três), Hong Kong, Ilhas Seychelles, Inglaterra, Iraque, Irlanda, Jordânia, Kuwait, Líbano, Macau, Malásia, Malawi, Maldivas, Malta, Mauritus, Nigéria, Oman, Quatar, Serra Leoa, Singapura, Tanzânia, Uganda, Vietnam, Yemen, Zâmbia, Zimbabwe.

H - este tipo de tomada prevê plugs com 3 conectores na forma de barras metálicas achatadas, sendo o conector correspondente ao fio terra disposto como se fosse a base de um " Y " em relação aos demais.

Países que adotam este tipo de tomada: Gaza, Israel

I - este tipo de tomada é semelhante ao tipo H, porém as barras metálicas correspondentes aos fios fase / neutro estão dispostas em ângulo contrário.

Países que adotam este tipo de tomada: Argentina, Austrália, China, El Salvador, Guatemala, Ilhas Fiji, Nova Zelândia, Okinawa, Panamá, Papua, Tadjiquistão, Tonga, Uruguai.

J - este tipo de tomada prevê plugs com 3 conectores em forma de pinos metálicos arredondados, sendo o correspondente ao fio terra, central, ligeiramente deslocado em relação aos demais.

Países que adotam este tipo de tomada: El Salvador, Etiópia, Madagascar, Maldivas, Ruanda, Suíça.

K - este tipo de tomada prevê plugs com 2 conectores em forma de pinos metálicos arredondados, e um terceiro, correspondente ao fio terra, central, deslocado em relação aos demais e em forma de " U ".

Países que adotam este tipo de tomada: Bangladesh, Dinamarca, Groelândia, Guiné, Madagascar, Maldivas, Senegal, Tunísia.

L - idem J, porém com os 3 plugs alinhados.

Países que adotam este tipo de tomada: Chile, Cuba, El Salvador, Etiópia, Itália, Maldivas, Síria, Tunísia, Uruguai.

M - semelhante ao tipo D, porém com pinos mais grossos.

Países que adotam este tipo de tomada: África do Sul, Moçambique, Suécia.

Adaptadores de plugs são dispositivos que permitem a conexão de aparelhos com plugs de um determinado tipo em tomadas destinadas a tipos diferentes de plugs. Geralmente a flexibilidade destes dispositivos é aumentada por desconsiderarem o conector destinado ao fio terra. No entanto este fato não chega a causar problemas quando os adaptadores são utilizados para equipamentos que não necessariamente necessitam de fio terra e/ou não ficarão conectados um longo tempo à rede elétrica, como é o caso do uso de carregadores de baterias ou laptops.

Adaptadores não alteram a voltagem, simplesmente permitem a conexão entre tipos diferentes de plugs e tomadas. Para efetuar modificações na voltagem é necessário o uso de um conversor.

ar comprimido latas de ar comprimido, estilo aerosol: seu jato, quando direcionado para o equipamento permite limpá-lo, retirando a poeira sem haver o toque físico direto com partes sensíveis do mesmo. Com este acessório é possível remover grãos de poeira da superfície das lentes e filtros sem o uso de tecidos sobre os mesmos, evitando a ocorrência de danos devido a riscos causados pelo atrito dos grãos ao serem pressionados pelo tecido contra o vidro.

caixa estanque dispositivo para gravações submersas.

cartão para bater o branco pequeno cartão branco (cerca de 20 x 30cm) transportado na maleta de transporte da câmera, permite efetuar o ajuste do branco em locais onde inexistem superfícies brancas que possam ser utilizadas para este fim. Além disso, permite também o ajuste onde existem superfícies brancas mas que não podem ser utilizadas, por estarem distantes e mal posicionadas em relação ao local da cena gravada (caso de paredes por exemplo). O cartão, por ser portátil, pode ser colocado diante da câmera sobre uma mesa a ser gravada, com louças e alimentos sobre a mesma.

conversores (voltagem) existem diferentes padrões para voltagem (tensão) elétrica ao longo dos diversos países e mesmo dentro dos mesmos (ex. Brasil: 110V / 115V / 120V / 220 V, etc...). Além disso, a frequência (ciclos, medidos em Hertz, HZ) pode variar entre países (ex. 50 ciclos, 60 ciclos). Conversores permitem conectar aparelhos destinados a um sistema em outro.

A maioria dos equipamentos de vídeo-produção fabricados atualmente possui (embutidos ou externamente) conversores multi-voltagem (conversor universal): circuitos eletrônicos conseguem detectar automaticamente a voltagem / frequência da rede local e efetuar a conversão requerida pelo equipamento. Assim, o leque de possibilidades de conexão à rede aumenta bastante, permitindo que o equipamento seja conectado praticamente em qualquer lugar. Aparelhos deste tipo possuem por exemplo indicações do tipo

AC INPUT 100V-240V 50-60 Hz

indicando que o mesmo pode ser conectado em redes elétricas com corrente alternada (AC - Alternate Current, o tipo mais comum encontrado, em raras exeções existe rede do tipo DC - Direct Current, corrente contínua), em qualquer voltagem desde 100 a 240 Volts, tanto em 50 como em 60 Hz.

estojo para gravações submersas (caixa estanque) acessório que permite a gravação subaquática; além de ser resistente à água, possui estrutura própria para resistir às altas pressões exercidas pela água nestes locais, tanto maiores quanto mais profundos são os mergulhos. Existem vários modelos, entre os quais os destinados especificamente a determinado modelo de câmera e os genéricos, que se adaptam a diversos modelos de um determinado tamanho aproximado de câmera. Os estojos são construídos geralmente em material sintético resistente às forças de pressão exercidas pela água, como Plexiglas ou Lexan por exemplo. Em sua parte frontal existe uma janela, através da qual a imagem é registrada pelas lentes da câmera, construída com vidro grosso com tratamento óptico. O vidro tratado opticamente é necessário para corrigir as distorções causadas pela refração dos raios de luz dentro da água, que faz com que os objetos aparentem serem cerca de 30% maiores do que realmente são e estarem cerca de 25% mais próximos do que realmente estão.

Normalmente a câmera é instalada através de uma tampa na parte frontal do estojo, que depois é fechada e vedada hermeticamente através de um anel de borracha ou silicone, localizado entre a tampa e o corpo do estojo. Geralmente possuem controles externos que acionam internamente funções básicas da câmera, como ligar, desligar, controlar o zoom e o foco por exemplo. Existem dois tipos de acionamento, mecânico e eletrônico.

No primeiro caso o estojo é transparente em quase toda sua extensão, para permitir a observação de seus controles internos. O acionamento dos botões e dos anéis da objetiva é efetuado através de pequenos braços e alavancas articulados que transferem para os mesmos os movimentos efetuados em alavancas localizadas do lado externo do estojo. Os movimentos são transferidos para os controles da câmera através do contato das extremidades das alavancas, revistidas com material emborrachado. Anéis de vedação perfeitamente ajustados impedem a entrada de água através destes locais de manipulação, localizados no corpo do estojo. Na parte externa, as alavancas possuem terminações grandes, para possibilitar o manuseio através das luvas de neoprene.

No segundo caso o estojo não precisa ser transparente em sua maior parte. Botões localizados externamente ao estojo, ao serem acionados, enviam impulsos elétricos para um chip localizado no interior do estojo, que traduz os sinais em códigos de acionamento entendidos pela câmera. Estes sinais são levados até a mesma através de um cabo interno ao estojo, conectado a uma entrada da câmera destinada a receber sinais de controle de acionamento de suas operações básicas (ligar, desligar, transporte da fita, etc...).

Alguns modelos permitem o encaixe de filtros. Neste caso são utilizados principalmente os que reforçam cores quentes como vermelho e laranja, cores estas que tendem a desaparecer nas gravações submersas: à medida que a profundidade aumenta, os tons dominantes de cores passam a ser cinza e azul. Como opção, podem ser utilizados os mesmos filtros, porém instalados na objetiva da câmera ao invés de externamente ao estojo.

Estojos deste tipo possibilitam, conforme o modelo, levar a câmera de alguns metros até a cerca de 40 metros abaixo do nível da água, dependendo de sua maior ou menor resistência à pressão. Alguns tipos de estojos possuem um microfone subaquático incorporado ao mesmo, permitindo o registro dos sons existentes nestes locais. Neste caso, na parte interna do estojo existe um cabo com plug na ponta, conectado ao microfone. Este plug é então conectado à entrada de microfone externo da câmera. Na maioria dos casos no entanto, o próprio microfone embutido da câmera, embora localizado dentro do estojo, é suficiente para se obter um registro claro dos sons subaquáticos.

Também é possível, dependendo do modelo, acoplar ao estojo iluminação própria (luz e baterias): à medida que a profundidade aumenta, a iluminação natural vai diminuindo, além de ocorrer o problema de perda de cores quentes citado acima. A iluminação artificial permite recuperar as tonalidades de cores perdidas, além de melhorar a definição e qualidade da imagem (exigindo menor amplificação automática do sinal pela câmera) além de permitir também gravações em mergulhos noturnos.

Opcionalmente alguns estojos possuem sensores de alarme de condensação em seu interior, fato que pode ocorrer quando o mesmo é levado de um ambiente muito frio para um muito quente e úmido por exemplo.

O controle do que está sendo gravado é efetuado através do viewfinder próprio da câmera ou do visor LCD, se a mesma possuir um. Neste caso, o visor LCD é aberto e totalmente dobrado para fora, ficando rente à câmera, para permitir o encaixe do equipamento dentro do estojo.

A figura abaixo mostra alguns modelos de estojos da Sony para pequenas profundidades (em torno de 2m):

É possível observar as janelas frontais de vidro por onde a imagem é captada pela objetiva. A câmera é introduzida no estojo pela tampa localizada na parte traseira do mesmo e o acionamento dos controles é eletrônico. Nos dois estojos laterais (figuras da esquerda e direita) é possível a gravação com o uso do LCD. Neste caso, a câmera é introduzida no estojo com o LCD aberto e virado para o lado externo. Os estojos citados possuem em sua parte externa uma estrutura semelhante à do visor LCD, que no entanto é um espelho para possibilitar a visualização da imagem exibida pelo LCD da câmera dentro do estojo.

A figura abaixo mostra alguns estojos da Ikelite para mergulhos a profundidades maiores:

Mais sofisticados, estes estojos possibilitam a instalação de acessórios (como filtros) do lado externo da janela frontal. O acionamento dos controles é mecânico, o que pode ser observado tanto no modelo da esquerda quanto no da direita (pequenos cilindros com listras vermelhas do lado externo do estojo). Manoplas laterais facilitam o manuseio subaquático do equipamento, que permite ainda a instalação de baterias sob sua base inferior, para acionar refletores instalados opcionalmente no estojo.

flash vários modelos de câmeras de vídeo digitais possuem dupla função, permitindo a captação de vídeo ou fotos. Para este último caso, o acessório flash pode ser conectado a determinados modelos de câmeras e sua função e funcionamento são idênticos aos das máquinas fotográficas tradicionais.

fones de ouvido acessório indispensável para monitorar o som gravado pela câmera e identificar eventuais problemas, principalmente quando microfones e cabos externos são utilizados, situação mais propícia a falhas, inclusive com total ausência de sinal sonoro. Dentre os tipos mais comuns, os intra-auriculares permitem boa monitoração, mas também permitem que se ouça em parte o som ambiente. Os extra-auriculares (que cobrem partial ou totalmente a orelha) possuem melhor isolação do som ambiente, propiciando com isso melhor monitoração do som gravado pela câmera.

Alguns modelos mais sofisticados conjugam o fone (em apenas um dos lados) com um microfone, para permitir a comunicação com o diretor, tipo utilizado quando a câmera é conectada por um cabo à uma mesa de edição. Algumas câmeras do segmento consumidor não possuem saída para fones de ouvido. A ausência desta saída no entanto pode ser contornada através de adaptadores de plugs, conectados às saídas de som (geralmente do tipo RCA) da câmera.

maleta para câmera existem dois tipos básicos: os rígidos e os flexíveis. Tanto um como outro tipo possuem acomodações internas destinadas não só ao corpo da câmera, como também a acessórios, como cabos, carregadores, filtros, etc... Em muitos modelos estas acomodações podem ser configuradas conforme o tipo/tamanho de câmera e os acessórios a serem acomodados. Em outros modelos estes compartimentos são fixos, não permitindo modificações.

Câmeras pequenas podem ser acomodadas sem problemas em maletas flexíveis destinadas a câmeras fotográficas. Além da câmera, geralmente há espaço para os alguns ítens básicos, como carregador e baterias sobressalentes, além de filtros, cabos de conexão e fitas de reserva. A mesma maleta que serve para o transporte a média e longa distância do equipamento pode ser utilizada durante gravações intermitentes, colocando-se a câmera com acesso fácil e rápido dentro da mesma.

Câmeras maiores ou mais sofisticadas (e portanto delicadas) são geralmente acomodadas em maletas rígidas, próprias para resistir aos impactos decorrentes de seu transporte. Durante as gravações a câmera é retirada da maleta e montada para utilização: este tipo de estojo não serve para acesso rápido ao equipamento.

A figura abaixo mostra um exemplo de maleta flexível, da Sony, para a câmera Sony TRV-950:

A figura abaixo mostra um exemplo de maleta rígida, da Sony, para a câmera Sony TRV-950:

monitor externo permite acompanhar o que está sendo gravado de maneira mais confortável do que através do viewfinder. A maioria das câmeras dos segmentos consumidor e semi-profissional possui visor externo do tipo LCD, que faz esta função, permitindo que o operador possa controlar a câmera com menor esforço, principalmente em gravações de longa duração. Outra opção são pequenos visores, também do tipo LCD, que são conectados à saída de vídeo da câmera e afixados por exemplo nas hastes do tripé. Estes visores podem também ser utilizados para gravações onde a câmera fica distante do operador (caso em que é suspensa em hastes com contrapesos por exemplo) ou onde o operador não deve manter contato físico direto com a câmera (caso de estabilizadores, como o equipamento Steadycam® por exemplo).

Em gravações com equipamento profissional são geralmente utilizados monitores externos maiores (do tipo CRT), além dos monitores pequenos citados acima. Os monitores pequenos são destinados ao operador da câmera, enquanto que o maior permite aos profissionais envolvidos a checagem do balanço do branco, acuidade de cor, contraste, foco e composição da imagem.

on-camera light luz afixada em um suporte sobre a câmera (algumas câmeras do segmento consumidor a possuem embutida no corpo da câmera), permite gravações melhores em situações de pouca luz. O modelo ideal deste tipo de acessório deve possuir fonte de energia própria (bateria ou cordão para ser ligado à rede elétrica): existem modelos que funcionam utilizando carga da mesma bateria que aciona a câmera (alguns externos e de maneira geral todos onde a luz é integrada no corpo da câmera). O tempo de duração da carga da bateria da câmera é bastante reduzido se tiver que acionar também a luz afixada na câmera.

Alguns modelos de luzes para câmera mais sofisticados possuem controles para ajustar a intensidade da iluminação fornecida, assim como previsão para encaixe de barndoors (placas metálicas móveis que tem a finalidade de causar sombras controladas na luz emitida pelo refletor) e/ou telas translúcidas para suavizar o facho de luz emitido.

parasol (lens hood) nome dado ao dispositivo protetor de claridade colocado na parte dianteira das lentes da câmera. Existem diversos tipos, desde os mais simples até os mais sofisticados. Entre os primeiros, parasóis de borracha (com opção de dobrarem-se sobre si mesmos ficando achatados e ocupando menos espaço ao serem armazenados) e parasóis de plástico, ambos rosqueados no anel externo das lentes da câmera. Os mais sofisticados, utilizados em câmeras semi-profissionais avançadas e profissionais, possuem abas móveis, que podem ser dobradas e desdobradas, ou ainda foles flexíveis, permitindo ajuste conforme a origem da luz da qual se quer proteger a objetiva.

O parasol é um item importante quando existe luz indesejada atingindo a superfície da lente lateralmente: este tipo de luz causa reflexos no vidro da lente prejudicando a imagem, como mostra a figura abaixo:

pincéis podem ser utilizados para retirar sujeira na forma de pó depositado sobre partes do equipamento. Existem pincéis acoplados a uma pequena bomba de borracha, que quando pressionada direciona o ar para a parte inferior interna do pincel, auxiliando assim na limpeza.

proteção para chuva para cada tipo, marca e modelo de câmera existem capas protetoras de chuva. Estas capas permitem a operação do equipamento através de orifícios ou saliências através das quais é possível o acionamento dos principais controles, como gravação, pause, foco, etc... Geralmente são confeccionadas em plástico flexível e possuem um círculo de vidro ou plástico rígido frontal com moldura, através do qual as lentes da câmera podem registrar as imagens. Normalmente utiliza-se vidro com tratamento óptico para evitar distorções e reflexos na imagem que atinge a objetiva da câmera.

Alguns modelos vedam totalmente o corpo da câmera, enquanto outros somente a sua parte superior, como a proteção oferecida por um guarda-chuva. Além de protegerem contra a chuva, estas capas podem ser utilizadas também em locais onde existe muita poeira ou pó suspensos no ar (locais de construção por exemplo), areia soprada pelo vento, névoa próximo a cachoeiras, 'spray' de água do mar soprada pelo vento na praia (altamente corrosivo), presença de gases corrosivos, etc..., elementos estes que podem penetrar pelas frestas do equipamento atingindo seu interior e prejudicar o seu funcionamento, ao afetar tanto a parte eletrônica como os minúsculos e delicados mecanismos internos do aparelho.

Existem modelos para esta finalidade que também permitem a gravação subaquática à pequena distância da superfície da água. Para profundidades maiores deve ser utilizado um estojo próprio para gravações submersas, equipamento desenhado especificamente para suportar a grande pressão exercida pela água nestes locais.

A figura abaixo mostra uma proteção simples para câmera (veda somente a parte superior), da Ewamarine:

É possível observar o vidro circular na parte frontal, por onde as imagens são gravadas através da objetiva da câmera. A figura seguinte mostra um modelo do tipo 'sacola', com vedação total através de sua parte superior, também da Ewamarine:

O vidro na parte frontal também é visível e uma alça presa à bolsa facilita a movimentação.

proteção para frio capas grossas, com proteção térmica, que permitem a operação do equipamento em temperaturas abaixo das especificadas no manual de utilização. Um dos ítens beneficiados por este tipo de capa, além do próprio corpo da câmera, é a bateria: baterias (especialmente as do tipo níquel-cádmio) são sensíveis às mudanças de temperatura. A figura abaixo mostra um modelo de proteção térmica para câmera, da PortaBrace:

Construída com material térmico isolante, possui revestimento interno que reflete de volta para a própria câmera o calor desenvolvido pela mesma.